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Empresários privilegiam admissões directas em detrimento de recurso as agências recrutadoras

Em 2010, muitas empresas de diversos sectores de actividade no país recorreram a recrutamentos directos para o provimento de vagas existentes no período em referência, em detrimento de recurso a agências recrutadoras de mão-de-obra ou de Centros de Emprego do Estado, sobretudo do INEFP.

Segundo uma fonte do Ministério do Trabalho, em Maputo, dos 244.397 postos de emprego criados durante o ano passado, em todo o país, um total de 91.149 candidatos foram admitidos directamente nas empresas, representando uma subida de 57,6%, relativamente a 2009.

Todavia, os Centros de Emprego do INEFP intermediaram, ano passado, um total de 52.359 candidatos na sua colocação nas empresas o que, em termos de meta traçada para o período, o mesmo correspondeu a 173%, face a 2009.

Quanto aos que conseguiram emprego resultante da sua inscrição como desempregados nos referidos centros, a fonte indica que o número foi de 23.887 candidatos, também uma grande subida, relativamente ao ano anterior, pois foi de mais que o dobro, ou seja, de 119,2%.

Importa, entretanto, recordar que com a liberalização do mercado as empresas passaram a admitir candidatos a emprego directamente, sendo que os dados são encaminhados às autoridades laborais do país.

Na impossibilidade de conseguirem fazê-lo directamente, ou em caso de procura por uma mão-de-obra formada, as empresas fazem-no com o suporte do Estado, através dos Centros do Emprego.

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