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Em investimento em Manica cerca de USD 348 milhões

Cerca de 348 milhões de dólares norte-americanos estão a ser aplicados na província central de Manica na montagem de uma fábrica de papel pelo projecto IFLOMA (Indústrias Florestais de Manica).

Fonte governamental moçambicana indicou, esta Quarta-feira, em Maputo, que para a concretização do projecto foi iniciado em 2011 um processo para obtenção da concessão de terras para implementação do projecto da fábrica de papel.

Paralelamente a esta acção está também em curso, desde o ano passado, um outro processo para obtenção de espaço com vista à instalação de uma fábrica de processamento de madeira em estilhas no porto da Beira, província de Sofala.

Nesta região do país, a IFLOMA projecta plantar, em Muanza, 73 mil hectares de pinheiros para alimentar a sua futura fábrica de papel, empreendimento que irá garantir àquele projecto liderança no mercado de papel a nível nacional e na exportação do produto para vários países.

O facto foi anunciado pelo engenheiro Cremildo Rungo, director daquela unidade de produção, o qual explicou que o projecto já foi elaborado e submetido ao Governo, através da Direcção Provincial da Agricultura de Sofala, aguardando- se o aval do ministério de tutela para o seu arranque.

Na sua fase de implementação, o empreendimento prevê criar 1500 postos de trabalho, edificar quatro vilas para a residência de trabalhadores e erguer unidades sanitárias e escolares, para além de melhorar as vias de acesso, construir pontes e fomentar a produção alimentar.

As quatro vilas a serem edificadas, na região de Galinha, em Muanza, serão de dimensão e complexidade semelhantes à cidadela construída na sede da empresa, em Messica, província de Manica.

Neste momento, a IFLOMA possui uma plantação de pinheiros e eucaliptos que se estende numa área de 25 mil hectares e acaba de estabelecer, nos distritos de Manica e Sussundenga, mais de sete mil hectares de plantações de eucaliptos e pinheiros, no quadro da expansão da sua área florestal destinada à extracção de madeira para o consumo interno e exportação.

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