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EDM com prejuizo de 1,7 bilioes de meticais

O roubo e vandalização de postes de transporte de energia eléctrica, bem como de cabos e outros desmandos provocaram à empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM) prejuízos estimados em cerca de 1,7 bilião de meticais, entre 2005 e 2009.

O ministro da Energia, Salvador Namburete, que transmitiu a informação esta quarta-feira, em Maputo, sublinhou que aquele tipo de crimes “retarda os esforços da EDM de electrificar o país”, avaliados em cerca de 3,5 biliões de meticais por ano, numa média anual de cerca de 100 mil novas ligações.

O mesmo esforço já permitiu que a taxa de ligação da luz eléctrica evoluísse de 7%, em 2005, para os actuais 15%, “nível que faz com que Moçambique seja um dos países membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral com mais cidadãos seus a beneficiar da energia eléctrica”.

A nível da SADC, segundo ainda aquele governante, o investimento na electrificação dos países membros representou menos 4%, nos últimos três anos. Tarifas Respondendo a uma pergunta da bancada parlamentar do MDM sobre a tarifa actual da energia praticada em Moçambique, Namburete sublinhou que a mesma “é uniforme em todo o país, o que quer dizer que se paga o mesmo preço estando perto ou longe da fonte de energia eléctrica que serve uma determinada zona do país”.

Namburete congratulou-se com os avanços que se registam no investimento no sector eléctrico nacional, “pois, apesar da tarifa uniforme e custos elevados e diferentes de região para região, a EDM está a conseguir fazer uma média de 100 mil novas ligações por ano, facto que permitiu que 90 sedes distritais estejam já a beneficiar de energia eléctrica”.

Falou igualmente de um investimento de cerca de quatro biliões de meticais gastos na reabilitação da linha de transporte de energia da HCB, em Tete, para África do Sul, onde cerca de 900 torres foram danificadas durante o último conflito armado dirimido pela antiga guerrilha da RENAMO contra tropas governamentais.

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