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Edith Cylindo absolvida por ausência de provas do seu envolvimento na morte de Marcelino Vilanculos

A ré Edith D`Campta da Câmara Cylindo foi absolvida da acusação do assassinato do procurador Marcelino Vilanculos, por insuficiência de provas do seu envolvimento. Nos termos da sentença proferida na sexta-feira (26), pelo Tribunal Judicial da Província de Maputo (TJPM), a arguida voltou ao convívio familiar.

O Ministério Público (MP) acusava Edith Cylindo de ter colaborado com os assassinos de Marcelino Vilanculos, fornecendo informações sobre o seu paradeiro momentos antes da sua morte, na noite de 11 de Abril de 2016, à porta da sua residência, no bairro Tsalala, no município da Matola.

Segundo a acusação ela terá seguido e fotografado a vítima e posteriormente fornecido imagens aos mandantes. A arguida disse ao tribunal que não tinha razões para desejar a morte de Marcelino Vilanculos. Por via do extrato de chamadas telefónicas efectuadas a partir do número da indiciada, para supostamente manter contacto e interagir com as pessoas que pretendiam assassinar o procurador, foi possível concluir que não existem elementos que provam o cometimento do crime que pesava sobre ela, segundou o juiz Samuel Artur, da 5ª Secção Criminal do TJPM.

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