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Documentos falsos impedem cidadãos estrangeiros de entrar em Moçambique

Vintes e seis cidadãos de origem etíope, 20 bengalis, seis paquistaneses e igual número de somalis foram interditos de entrar em Moçambique, na semana de 23 a 29 de Dezembro prestes a terminar, por diversas irregularidades, tais como posse de passaportes com vistos falsos, falta de clareza nos motivos de sua vinda ao país e meios de subsistência, falta de vistos de entrada.

Para além disso, na quinta-feira (26) passada, segundo a Polícia, uma sul-africana, de 32 anos de idade, foi surpreendida no Aeroporto Internacional de Mavalane a transportar 3.6 quilogramas de cocaína na sua mala de viagem, após desembarcar de um voo ido do Brasil e pretendia, a partir de Moçambique, seguir para Johannesburg.

O porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) a nível da cidade de Maputo, Orlando Modumane, disse que a droga foi apreendida, analisada no laboratório da Polícia de Investigação Criminal (PIC) e legalizada a prisão da visada, a qual aguarda apenas para ser encaminhada à Cadeia Feminina de Ndlhavela.

Enquanto isso, a PRM em Maputo deteve 41 indivíduos por vários crimes, dos quais 28 contra propriedade, 12 contra pessoas, um contra ordem e tranquilidade públicas e um por consumo de estupefaciente.

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