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CTA defende que China deve apostar (também) na transferência de tecnologia

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), a maior associação patronal nacional, defende que a China deve apostar também na transferência tecnológica, não se limitando a importar de Moçambique matérias-primas sem mais-valia para o país.

Nos últimos anos, o interesse chinês pelos recursos naturais de Moçambique tem aumentado, principalmente em relação à madeira, pedras preciosas, pescado e produtos agrícolas, nomeadamente arroz. Nesse sentido, o presidente da CTA, Salimo Abdula, entende que “é importante a China fomentar a transformação de bens em bruto em produtos acabados, montando em Moçambique a tecnologia chinesa”.

Uma nota de Imprensa da CTA, que faz um balanço da recente visita de uma missão empresarial chinesa a Moçambique, cita Salimo Abdula a defender que a opção pela transferência tecnológica permitiria que se acrescentasse mais-valia aos recursos naturais moçambicanos.

“Embora as culturas empresariais e realidades económicas sejam distintas, a China representa um grande potencial industrial, facto que vem contribuindo positivamente na oferta de bens e serviços chineses no mercado moçambicano”, assinala o presidente da CTA.

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