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Cresce taxa de cobertura de água

As taxas de cobertura e abastecimento de água potável aos residentes das cidades Angoche, Nacala e Nampula registaram um crescimento no primeiro semestre deste ano, situando-se em 22 horas para a primeira, 21 para a segunda e 22 para a capital provincial.

Para além de, igualmente, ter aumentando o número de novas ligações para aqueles centros urbanos da província. Segundo dados tornados público pelo Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) na recente décima sessão ordinária do governo provincial, alargada aos administradores distritais, a cidade de Angoche conheceu naquele período 2 438 novas ligações, Nacala com 1 800 e 3.500 Nampula. Com estas realizações alcançadas até ao momento, o FIPAG assegura que as metas propostas para o presente ano serão atingidas, pois, em média, o nível de execução situa-se na ordem dos 48 por cento, destacando-se em 92 por centro nas horas de distribuição, 25 nas novas ligações e a construção de 38 por cento de novos fontanários.

Mesmo assim, o FIPAG reconhece que esta cifra situa-se abaixo dos 50 por cento devido, por um lado, a investimentos que estão em curso, com destaque para a extensão de rede de distribuição, designadamente 117 quilómetros para cidade de Nampula, 15 para Nacala e quatro quilómetros para Angoche. Cujas infra-estruturas vão permitir a construção de novos ramais e fontanários, acção que decorre desde o passado dia 23 de Junho, numa campanha denominada “Água na hora”. Como desafio posterior, a empresa prevê a expansão de mais 120 km da rede, sendo 28 para a cidade de Angoche, 40 para Nacala e 52 para capital provincial, para além de abertura quatro furos dois para Angoche e igual número para Nacala Porto.

O FIPAG perspectiva, igualmente, uma nova fonte para o sistema da cidade de Nampula, a redução de perdas e a substituição da rede obsoleta e ramais problemáticos. Estas realizações do Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água têm, como missão principal, a provisão daquele precioso líquido para o consumo humano às populações urbanas das referidas regiões através da gestão participativa.

Esta acção será acompanhada pela melhoria da qualidade dos serviços prestados, promoção da sustentabilidade técnica, financeira e económica da empresa, além de capitalizar os investimentos realizados e preservar o meio ambiente. Contudo, o FIPAG avalia igualmente os níveis de perda de água, em que Nampula registou 29 a 48 por cento, em média, somente no mês de Junho, devido à entrada de novos grupos de bombagem que aumentou a pressão sobre a rede de distribuição e, por outro, às conexões feitas da rede nova, para além da obsolência de uma parte da rede.

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