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Crédito à economia reduz 0,3% em 2011

Medidas de maior aperto monetário empreendidas pelo Governo moçambicano e instituições financeiras externas resultaram no abrandamento da expansão do crédito à economia moçambicana em cerca de 0,3%, em 2011, face ao anterior ano, 2010.

Em 2011, o crédito à economia foi, em termos de taxa de cobertura, de 28,8% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 29,1% do PIB de 2010, segundo o balanço do Governo sobre o desempenho da economia do país registado naquele período.

O aperto monetário foi causado pelo agravamento da crise da dívida soberana e da banca da Zona Euro, aliada a efeitos negativos da crise financeira mundial, segundo justifica o Executivo de Armando Guebuza, ajuntando que este aperto da política monetária foi eficaz na contenção da inflação e não teve repercussões negativas sobre a actividade económica de natureza dinâmica e de bases alargadas.

Refere ainda o Governo que a execução prudente do orçamento de 2011 contribuiu para um conjunto prudente de políticas económicas que promoveram a consolidação da estabilidade macroeconómica durante “uma fase crítica e deixaram o país bem posicionado para responder a riscos de deterioração, caso necessário”.

Já o Fundo Monetário Internacional (FMI) afirma que Moçambique está entre as poucas nações da África Subsariana que aplicaram um aperto monetário inicial, em resposta àqueles acontecimentos.

Os restantes nove países referenciados pelo FMI são, nomeadamente, Angola, Gana, Maurícias, Nigéria, Quénia, Senegal, Tanzânia, Uganda e Zâmbia.

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