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Corredor da Beira rende só USD 3,5 milhões/ano com produção agrícola

O estratégico Corredor de Desenvolvimento da Beira, no Centro de Moçambique, aproveita, em média anual, o correspondente a 3,5 milhões de dólares norte-americanos resultantes da produção agrícola destinada à comercialização.

O volume corresponde a um aproveitamento de 0,3% dos cerca de 10 milhões de hectares de terra arável disponível na região, segundo Líria Sambo, oficial de Programas da Iniciativa do Corredor de Crescimento Agrícola da Beira (BAGC), instituição responsável pela promoção de investimentos para a zona.

Desde 2010, aquela instituição que envolve o Governo, investidores privados, organizações dos produtores e agências internacionais, apoia cerca de 50 mil pequenos produtores para canalizarem parte da sua produção para os mercados de comercialização.

Os produtores dedicam-se à apicultura, avicultura, fruticultura, oleaginosas e produção de alimentos, de acordo ainda com a responsável, realçando que a sua instituição disponibiliza aos interessados o chamado fundo “catalítico” destinado a projectos agrícolas comercialmente viáveis.

O Corredor de Desenvolvimento da Beira apresenta um clima favorável para produzir durante todo o ano e abastecer o mercado nacional e da África do Sul, Zimbabué, Zâmbia e República Democrática do Congo, reiterou a fonte.

Refira-se que que a Iniciativa do Corredor de Crescimento Agrícola da Beira foi lançada, em 2010, com objectivo de impulsionar o investimento agrário e promover o agro-negócio na zona Centro de Moçambique.

 

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