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Coreia do Norte executou dois funcionários em público

A Coreia do Norte executou dois funcionários em público no início de agosto por terem desobedecido ao líder Kim Jong Un, de acordo com um jornal da Coreia do Sul nesta terça-feira, o que, se confirmado, seriam os mais recentes de uma série de expurgos no alto escalão sob o comando do jovem governante.

Kim assumiu o poder em 2011, após a morte de seu pai, Kim Jong Il, e sua consolidação vem incluindo expurgos e execuções de autoridades altamente graduadas, disseram autoridades sul-coreanas.

Citando uma fonte não identificada familiarizada com o Norte, o jornal JoongAng Ilbo disse que o ex-ministro da Agricultura Hwang Min e Ri Yong Jin, um funcionário veterano do Ministério da Educação, foram executados.

Não foi possível verificar a reportagem de forma independente, e o Ministério da Unificação da Coreia do Sul, que lida com assuntos relacionados à Coreia do Norte, não comentou de imediato. Algumas reportagens anteriores sobre expurgos e execuções no Estado recluso se revelaram imprecisas.

A reportagem sobre as execuções vem à tona pouco depois de o Sul comunicar que o vice-embaixador norte-coreano em Londres desertou e chegou à Coreia do Sul com sua família, um golpe constrangedor no regime de Kim.

É raro a Coreia do Norte anunciar expurgos ou execuções, embora a mídia estatal tenha confirmado a execução do tio de Kim e do homem visto por muitos como o segundo mais poderoso do país, Jang Song Thaek, em 2012 por partidarismo e crimes contra a economia. Também se acredita que um ex-ministro da Defesa, Hyun Yong Chol, foi executado no ano passado por traição, de acordo com a agência de espionagem de Seul.

O JoongAng Ilbo relatou que os dois homens foram executados por armas antiaéreas em uma academia militar em Pyongyang. A mídia estatal norte-coreana descreveu Hwang, um dos funcionários identificados, como ministro da Agricultura em 2012, e se referiu a ele como vice-ministro da Agricultura em 2014.

Hwang foi morto porque as suas propostas de políticas foram vistas como um desafio a Kim Jong Un, segundo o JoongAng Ilbo. Ri foi flagrado a sonecar durante uma reunião com Kim e investigado mais parte por corrupção e por mostrar desrespeito pelo líder, acrescentou o jornal.

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