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CMH agrava dívida externa em 35 milhões de euros

Já estão disponíveis cerca de 35 milhões de euros, aproximadamente, 1,2 bilião de meticais, para implementar a segunda fase das pesquisas de mais jazigos de gás natural na província meridional de Inhambane.

O valor é concedido em forma de crédito pela França à Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH) que, juntamente com a multinacional sul-africana SASOL, explora os jazigos deste recurso energético em Pande e Temane, em Inhambane.

Desta vez, os trabalhos de prospecção de mais jazigos do gás natural irão decorrer nos distritos de Govuro, Funhalouro, Inhassoro e Mabote, segundo o Ministério dos Recursos Minerais (MIREM).

As pesquisas visam fazer um maior aproveitamento do gás natural abundante em Inhambane para responder ao aumento cada vez maior da procura daquele tipo de hidrocarbonetos no mercado nacional e internacional, segundo ainda aquele pelouro, realçando que com o incremento da disponibilidade deste recurso “o país estará em condições de pôr em prática vários projectos desenhados pelo Governo”.

Refira-se que o estudo do impacto ambiental a resultar de mais pesquisas do gás natural foi iniciado em 2011 e concluiu que “não foram identificadas falhas que possam colocar em perigo o ecossistema local”.

Refira-se ainda que, entre 2003 e 2011, a França canalizou para Moçambique pouco mais de 276 milhões de euros em forma de empréstimo e donativos para apoiar a implementação de vários projectos de desenvolvimento socioeconómico do país em várias áreas de desenvolvimento socioeconómico do país.

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