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Cimentos de Moçambique inaugura filtro de mangas

O Ministro da Indústria e Comércio, António Fernando inaugurou na última sexta-feira na fábrica de Cimentos de Moçambique, sedeada na província de Maputo, o filtro de mangas instalado para o despoeiramento do arrefecedor de clínquer que custou aquela firma, cerca de cinco milhões de dólares norte-americanos.

Na ocasião, António Fernando referiu que o filtro ora inaugurado vai permitir reduzir o nível de poluição, facto que vai encoraja as outras fábricas a entrarem na mesma linha por forma a evitar mais transtornos na atmosfera. António Fernando disse ainda que Moçambique está a precisar de mais fábricas de cimentos para responderem à demanda do mercado, numa altura em que a procura está se a incrementar com o aumento de diversas obras.

A montagem de filtro de mangas na secção de arrefecimento de clínquer permite o fecho de despoeiramento da moagem de cimento, acção levada a cabo com a necessidade de se proteger o meio ambiente. Por sua vez, o Presidente do Conselho de Administração da Cimentos de Moçambique, Steffen Kasa, disse que o filtro das mangas na secção de arrefecimento de clínquer é eficiente para a captação das poeiras, “pois a anterior tecnologia, não correspondia aos padrões internacionais de emissões de poeiras para atmosfera”. Sublinhou que este ano “consolidámos a utilização de gás natural, localmente produzido em Temane, em vez do carvão de queima, importado davizinha República África de Sul que se usa num forno rotativo para produção de clínquer”, disse o Steffen Kasa.

Entretanto, A Cimentos de Moçambique detêm três fábricas de produção de cimento, nomeadamente, a fábrica da Matola, que dispõe de uma linha de produção com um forno rotacional, com uma capacidade de cerca de duas mil toneladas por dia de clínquer e também de dois mil toneladas de cimento por dia. A fábrica de Dondo tem uma capacidade de produzir oitocentas toneladas de cimento por dia e a fábrica de Nacala, com uma capacidade instalada de produção de cimento de quatrocentos toneladas de cimento por dia.

A Cimentos de Moçambique tem estado a realizar acções do plano de gestão ambiental onde alguns planos estão a decorrer com algum atraso, estando, no entanto, a serem realizadas as acções prioritárias. Algumas das intervenções vão desde acções na área da melhoria técnicas, saúde e segurança, ambiente, sustentabilidade e responsabilidade social, bem como, nos novos investimentos de expansão da capacidade produtiva. Quanto a situação macroeconómica, a Cimentos de Moçambique considera favorável para um atractivo ambiente de negócios, devido a estabilidade política, inflação controlada abaixo de dois dígitos e um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), próximo de 7 por cento.

Como forma de responder a demanda, a Cimentos de Moçambique está a implementar novos investimentos nas regiões Centro e Sul do país que visam essencialmente, responder a todas as necessidades do mercado. De referir que a Cimentos de Moçambique possui uma mão-de-obra de 450 trabalhadores, dos quais, cerca de 26 por cento possui ensino médio e superior.

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