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Cimentos da Matola reduz emissão de poluentes à atmosfera

A empresa Cimentos de Moçambique inaugurou hoje, um filtro de mangas no arrefecedor de clínquer (produto resultante da mistura da argila e calcário) para reduzir a emissão de poluentes para a atmosfera na sua unidade fabril localizada no parque industrial da Matola, província de Maputo, sul do país.

Trata-se de uma nova infra-estrutura montada na fábrica de Cimentos de Moçambique localizada na Matola, que visa reter poeiras e evitar a poluição atmosférica. Esta infra-estrutura é resultado de um investimento avaliado em cinco milhões de dólares (cerca de 134 milhões de meticais), que se enquadra no plano de ambiente que está sendo implementado pela empresa.

A AIM apurou junto dos técnicos da fábrica que o novo filtro vai permitir, igualmente, recuperar o pó se perdia no meio ambiente. Segundo o Presidente da Comissão Executiva da empresa, Steffen Kasa, o Governo aprovou há três anos um plano ambiental da Cimentos de Moçambique, actualmente em fase de implementação.

“Nós estamos a cumprir os requisitos para melhorar a situação da emissão de poluentes e já estamos a metade do cumprimento dos requisitos. O nosso plano prevê ainda a montagem de outros filtros de mangas, para o processo de britagem” referiu. Kasa fez saber que já foram implementadas várias medidas com vista a reduzir a emissão de poluentes à atmosfera, destacando-se a substituição do carvão pelo gás natural no forno rotativo na produção do clínquer, a instalação de um circuito fechado de despoeiramento, filtro de mangas e colocação de um analisador de gases na chaminé do electro-filtro.

Por seu turno, António Fernando congratulou a empresa pelas medidas que tem vindo a adoptar para reduzir a emissão de gases, tendo exortado a Cimentos de Moçambique manter esta linha em prol da protecção do ambiente. “Os níveis de poluição estão a reduzir e incentivamos a fábrica a apostar nesta linha. Os que nós queremos, de facto, é que não haja poluição, mas sim muita produção sempre protegendo o ambiente. Queremos que este exemplo seja seguido por outras fábricas do país porque, na verdade, sabemos que se não cuidamos o meio ambiente, a água, as árvores e outros recursos naturais desaparecem, hipotecando o futuro das próximas gerações” defendeu.

O ministro enfatizou que “estamos felizes porque esta é uma firma “Made in Mozambique” que está na linha daquilo que preconizamos para as empresas ‘Made in Mozambique’. Estas empresas certificadas devem produzir com qualidade e ser orgulho de Moçambique, por isso queremos mais uma vez felicitar a empresa”. A fábrica da Matola integra um grupo de três empresas pertencentes a empresa Cimentos de Moçambique, dispondo de uma linha de produção com um forno rotativo, com uma capacidade de produção diária calculada em cerca de dois mil toneladas de cimento.

A empresa Cimentos de Moçambique é detida maioritariamente pelo Grupo Cimentos de Portugal (CIMPOR) com 82 por cento do capital. Os restantes estão distribuídos pelos Caminhos-de-Ferro de Moçambique e a Empresa Moçambicana de Seguros.

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