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Cidadania no contexto da protecção social deve ser prioridade ao nível da CPLP

A Ministra do Trabalho, Maria Helena Taipo, disse em Fortaleza, capital do Estado brasileiro de Ceará, que a questão da cidadania nos Estados membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), no contexto da protecção social, deve ser vista como uma prioridade e com muita responsabilidade, cujo processo deve ser acompanhado com acções concretas, por forma a tornar essa realidade num instrumento de interacção social sem receios entre os cidadãos que vivem ou trabalham nesses países na condição de imigrantes.

A observação da governante moçambicana foi feita durante a X Reunião dos Ministros do Trabalho e de Assuntos Sociais da CPLP, que vinha decorrendo desde segunda-feira passada, 22 de Fevereiro.

Segundo fonte do Ministério do Trabalho, a Taipo sustentou que o excesso de tempo na análise e implementação de certas materias sociais e o receio entre os Estados em criar mecanismos que visem a melhoria da vida e a segurança dos cidadãos que vivem ou trabalham em paises não de origem minam o futuro dos mesmos e a execução dos planos emanados pelas Naçõs Unidas, bem como no contexto desta Comunidade, tendentes a abrir mais possibilidades de vida aos que optam pelo trabalho migrante como sua sobrevivência social.

Refira-se que a reunião produziu uma Declaração denominada Declaração de Fortaleza, assinada por todos os países membros, sendo Moçambique através da Ministra do Trabalho, Helena Taipo, e de Lúcia Bernardete Mairosse, Directora Nacional do INAS.

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