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Chile 1 – Espanha 2, a Fúria de Villa garante apuramento

Chile 1 - Espanha 2

Depois de perder na estreia com a Suíça, a Fúria reagiu e as estrelas começam a brilhar, o golo de David Villa será um dos melhores deste Mundial,  e garantiu a liderança com dois triunfos seguidos . Já os chilenos sofreram a primeira derrota de uma seleção da América do Sul neste torneio.

David Villa abriu o marcador e fez história no Loftus Versfeld, com o golaço marcado, o novo atacante do Barcelona chegou a seis golos e tornou-se o maior artilheiro espanhol em Mundiais (também é um dos melhores artilheiros do Mundial atual com três, ao lado de Higuaín e Vittek). O segundo golo espanhol foi de Iniesta e, etapa final, Millar diminuiu para o Chile.

Após a experiência tortuosa que foi enfrentar a sufocante defesa suíça, tanto espanhóis como chilenos devem ter respirado aliviados esta sexta, em Pretória, por terem do outro lado oponentes que valorizam mais a posse de bola, a velocidade, troca de passes e a busca do golo. Especialmente no primeiro tempo, as duas seleções proporcionaram um jogo aberto e vistoso, com chances para os dois lados.

A primeira falha individual do duelo, porém, foi custosa para o Chile. Aos 24 minutos, o guarda-redes Claudio Bravo apressou-se em sair de sua área para fazer um desarme do ataque espanhol, mas acabou cortando mal, colocando a bola nos pés de David Villa. O atacante mostrou toda sua técnica e oportunismo, ao bater de primeira da intermediária, com a perna esquerda, com efeito, direto para a baliza.

A situação dos comandados de Bielsa ficou mais complicada, após rápida triangulação vertical rumo a baliza, Villa recebeu a bola pela esquerda e tocou para trás, nos pés de Andrés Iniesta, que tocou com classe, e em arco, para o segundo golo da Fúria Roja, o centésimo do Campeonato. Para piorar, durante o lance, Estrada acabou expulso, ao calçar Fernando Torres longe da bola.

Diante deste cenário, bastava à Suíça vencer Honduras por um só gol de diferença – no jogo simultâneo do grupo – para garantir o segundo lugar do grupo. Para o segundo tempo, o técnico argentino fez duas mudanças, lançando Claudio Millar e Esteban Paredes nos lugares de Mark González e Jorge Valdivia.

O curioso é que Millar iria para campo para ajudar a compor o meio-campo devido à exclusão de Estrada. No fim, porém, o volante marcou o golo de honra de sua equipe. Ele aproveitou um ressalto na área espanhola aos 47 minutos para bater forte, a jabulani desviou nas pernas do defesa Gerard Piqué que impediu Casillas de ver a bola partir.

O golo não só deu ao Chile a esperança de empatar o confronto e buscar o ataque, mas também pressionava psicologicamente os helvéticos contra os hondurenhos, já que teriam de vencer por ao menos dois golos. Mas nada mudou a partir daí nos placares.

Com este resultado ficaram marcado dois duelos continentais nos oitavos de final: Espanha x Portugal e Brasil x Chile.

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