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Tuberculose – a segunda doença infecciosa que mais mata

Celebrou-se, esta quinta-feira, o Dia Mundial contra a Tuberculose em Moçambique num ambiente de reflexão e também de esperança. A Tuberculose continua a ser uma questão preocupante, visto que Moçambique ocupa o terceiro lugar na lista dos países com índices mais elevados de mortalidade devido à doença. Todos os anos, 431 pessoas em 100 mil habitantes contraem a doença que, no entanto, tem cura. O número de mulheres que contraem a doença todos os anos é estimado em 92 mil, quase o dobro do número dos homens.

A luta contra esta doença ganhou uma nova força este ano com a inauguração do Laboratório Nacional de Referência contra a Tuberculose em Fevereiro último, em Maputo. A Infra-estrutura foi reabilitada com fundos do Governo dos Estados Unidos da América, através da sua Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID).

A ajuda do Governo dos E.U.A. inclui a formação de trabalhadores da saúde, tratamento para casos de tuberculose provocada pelo HIV e apoio a activistas comunitários em 23 distritos, beneficiando 4.4 milhões de pessoas. Numa altura em que Moçambique enfrenta a falta de pessoal médico qualificado, o trabalho dos activistas comunitários tem sido importante porque salva vidas.

A USAID trabalha em 40 países, incluindo Moçambique, apoiando os programas nacionais de combate contra a Tuberculose para que os mesmos sejam capazes de disponibilizar serviços de alta qualidade para detectar e tratar a Tuberculose no seu estágio inicial, para prevenir novos casos e o desenvolvimento da resistência aos medicamentos.

A Tuberculose é considerada como sendo a segunda doença infecciosa que mais mata no mundo depois do HIV/SIDA. Ela espalha-se através do ar facilitando a contaminação, em particular nas pessoas cujos sistemas de defesa do organismo encontram-se enfraquecidos, incluindo as camadas carenciadas e desfavoráveis.

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