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Moçambique cai sete posições em ranking de liberdade de imprensa

O nosso país caiu sete posições no Ranking de Liberdade de Imprensa Mundial de 2013 e agora ocupa a 73ª colocação entre 179 nações. Numa escala de 0 a 100, em que 0 representa total respeito à liberdade de imprensa e 100, o oposto, o Moçambique fez 28,01 pontos.

De acordo com a Repórteres Sem Fronteira, os critérios para elaborar o ranking incluem avaliações sobre pluralismo, independência da mídia, ambiente de trabalho e autocensura, legislação, transparência e infraestrutura.

Perigo

Entre os países considerados mais perigosos para a atividade jornalística figuram a Somália (175º), seguida do México e do Paquistão (159º). A nação classificada como a mais perigosa para jornalistas foi a Síria (176º). Outros países do Oriente Médio sacudidos pela onda de protestos populares conhecida como Primavera Árabe também figuram em posições baixas na lista. Tunísia, Egito e Tunísia, que promoveram o derrube de regimes autocráticos, ocupam respectivamente a 138ª, a 158ª e a 131ª colocações. Outras nações do Oriente Médio também aparecem entre as mais baixas colocações, como Omã (141º) e Iémen (169º).

O relatório afirma que ”alguns dos novos governos levados ao poder pelos protestos voltaram-se contra jornalistas e blogueiros que cobriram as manifestações desses movimentos e suas aspirações por mais liberdade”.

Topo e base

Os mesmos três países que lideraram o ranking no ano passado novamente ocupam o topo da lista na relação deste ano. Na primeira posição, a Finlândia voltou a ser classificada como o país que mais respeita a liberdade de imprensa, seguida, respectivamente, da Holanda e da Noruega.

Segundo a Repórteres sem Fronteira, apesar de serem seguidos diferentes critérios, que vão da legislação dos diferentes países até atos de violência praticados contra jornalistas, há um padrão recorrente tanto nas primeiras como nas últimas colocações.

”Países democráticos ocupam o topo da relação, enquanto países ditatoriais ocupam as últimas três posições. Novamente, são os mesmos três do ano passado, Turcomenistão (177º), Coreia do Norte (178º) e Eritréia (179º)”, afirma o documento. Além destas três, nas últimas colocações figuram ainda Cuba , Vietname (172º), China (173º), Irão (174º) e a Somália.

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