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“Ataques são um teste à unidade nacional” afirma Armando Guebuza no dia da Independência

O Presidente da República, Armando Guebuza, considera não haver motivos para o povo moçambicano entrar em desespero devido aos ataques que têm sido protagonizados por homens armados supostamente pertencentes à Renamo em Muxúnguè, província de Sofala, pois “estes são um teste à unidade nacional”.

Segundo o Chefe do Estado, que falava momentos depois de proceder à deposição de flores na praça dos Heróis por ocasião da passagem do 38º aniversário da proclamação da independência nacional, o Governo continuará a privilegiar o diálogo como a única via para a consolidação da paz.

Estes ataques, de acordo com o mais alto magistrado da Nação, vêm abrir as feridas causas pela guerra dos 16 anos, que se supunha já estarem saradas. E para ultrapassar esta situação, apela à paciência e ponderação a todos os moçambicanos.

“Há algumas pessoas que são impacientes, e ficam desesperadas por pensar que tudo acabou, mas devem compreender que mesmo na vida há momentos que são testadas na sua determinação de fazer as coisas. Ao serem testadas, devem provar que são capazes de fazer face aos problemas”, disse Guebuza, numa clara alusão ao líder da Renamo.

Ainda há paz em Moçambique

Entretanto, quando questionado sobre se estes ataques não colocam em causa a paz que se vive no país, Armando Guebuza afirmou que não, pois não é porque houve um incidente que se deve decretar que Moçambique está em guerra.

Em relação às baixas que se verificam no seio dos militares das Forças Armadas de Moçambique, que até certo ponto levantam dúvidas quanto à prontidão combativa das forças de defesa e segurança, o chefe do Estado deu a entender que tal é normal em situações do género porque “o país é grande”.

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