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Áreas de conservação rendem um milhão de USD

As áreas de conservação em Moçambique arrecadaram, ano passado, 36.2 milhões de meticais (cerca de 1.1 milhão de dólares norte americanos).

Segundo o Ministério do Turismo, estes números não incluem o Parque Nacional do Banhine, na província meridional de Gaza, uma vez que não apresentou os seus rendimentos.

As coutadas, a fazenda de bravio de Tchuma Tchato, o Parque Nacional do Limpopo, a Reserva Especial de Maputo, o Parque Nacional das Quirimbas e o Parque Nacional de Gorongosa são as áreas de conservação que tiveram mais receitas que rondam os milhões de meticais, enquanto que as restantes estão na casa dos milhares de meticais.

De acordo com os dados em referência, estes valores advém do pagamento de entradas, senhas, da taxa anual e da licença especial. Os dados mostram que houve uma redução nas entradas, na ordem de 8.4 por cento, em relação a 2009.

Por outro lado, os mesmos revelam que as receitas provenientes da taxa de repovoamento de espécies, exportação de troféus e multas reduziram significativamente, passando de 673.503 meticais para 80.937 meticais.

Estes números podem significar que a caça furtiva esteja a diminuir ou que os caçadores ilegais estejam a aperfeiçoar os seus métodos de abate e comercialização para não serem descobertos.

Moçambique conta com um total de 44 áreas de conservação que ocupam uma área de 259.907 quilómetros quadrados. Os empreendimentos a volta das áreas de conservação empregavam em 2010, 1.096 pessoas.

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