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Adolescente preso por furto em casa dum familiar e outra jovem por roubar dinheiro dos patrões em Maputo

Um adolescente de 16 anos de idade está privado do banho do sol na 10a esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Maputo, acusado de roubar aparelhagens de som e utensílios de cozinha, em casa um parente, em conluio com um amigo.

O miúdo contou que para terem acesso ao interior da residência do tio, ele e o amigo desmontaram uma das chapas de cobertura. O crime aconteceu durante o dia.

O adolescente disse que a ideia partiu do amigo, cujo paradeiro é desconhecido, mas alega estar arrependido.

Ainda na capital moçambicana, uma jovem de 25 anos de idade encontra-se também detida na 14a esquadra da PRM, supostamente por furto de mais de 100 mil meticais na casa onde trabalhava como empregada doméstica.

A rapariga, residente no bairro suburbano de Magoanine, assumiu perante a Polícia e os donos do montante que apenas se apoderou de 60 mil meticais.

Segundo as suas palavras, no dia em que cometeu crime de que é acusado os patrões encontravam-se no trabalho. “O dinheiro estava numa caixa pequena no quarto da minha senhora. Levei 60 mil meticais”, dos quais devolveu 46 mil meticais que ainda não tinha gasto.

Um outro cidadão, que alegou ser técnico de saúde desde 2008, está preso na cidade da Maxixe, na província de Inhambane, acusado de venda ilícita de medicamento que se presume ter sido desviado do Sistema Nacional de Saúde (SNS).

Sobre o visado, pesa ainda o crime de atendimento caseiro de pacientes. Ele não só prescrevia receitas médicas, como também vendia os mesmos medicamentos aos seus doentes.

Para a Polícia, o iniciado faz parte de uma quadrilha que se dedica ao roubo de fármacos nos hospitais públicos ou armazéns do Ministério da Saúde (MISAU) para abastecer o mercado informal. Suspeita-se ainda que alguns funcionários deste sector estejam envolvidos.

Segundo Inácio Dina, porta-voz do Comando-Geral da PRM, na semana finda o impacto da criminalidade no país foi “foi razoável, mercê do esclarecimento de 105 casos, dos 127 registados”. Destes, pelo menos 73 foram contra propriedade e 41 crimes contra pessoas.

No mesmo período, 901 cidadãos foram detidos, 742 dos quais por violação de fronteiras, 157 por crimes considerados comuns e dois por imigração ilegal.

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