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Zambeze galga o leito e destrói culturas alimentares

A bacia hidrográfica do Zambeze galgou o seu leito e está a inundar algumas das ilhas no distrito de Chemba, na província central de Sofala, assim como provocou a destruição de extensas áreas de diversas culturas alimentares, com destaque para o milho na época da colheita.

 

 

A situação pode vir a conhecer um agravamento na sequência das chuvas que se registam a montante, porquanto previsão meteorológica sazonal indica muita precipitação para a segunda metade da época chuvosa, que vai de Janeiro a Março.

António Januário, administrador de Chemba, citado, terça-feira, pelo Jornal “Notícias”, disse que equipas multissectoriais integradas na Comissão Distrital de Emergência arrancam ainda hoje para missões de busca e salvamento de eventuais pessoas sitiadas.

Segundo o delegado do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), Luís Pacheco, que reafirmou a prontidão da instituição face a quaisquer situações de risco, disse haver recursos financeiros, logísticos e materiais em quantidades suficientes para operações de emergência.

A fonte assegurou que os Comités Locais de Gestão de Riscos de Calamidades no Zambeze, Búzi e Púngoè estão activos e a funcionar plenamente, incluindo os Comités Distritais e da bacia do Save na monitoria da oscilação dos rios e troca de informação.

Direcção Nacional de Águas (DNA), entretanto, reafirma o apelo à população a jusante no sentido de se manter afastada das zonas baixas e evitar a travessia do leito dos rios.

As medidas preventivas são extensivas às bacias do Maputo, Búzi, Púnguè e Licungo, em que os níveis de escoamento são altos.

Aliás, José Malanço da Direcção Nacional de Águas, disse que os níveis hidrométricos acima do normal acontecem, regra geral, entre finais de Janeiro e princípios de Fevereiro.

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