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Xiconhoquices: Troca de acusações Governo e Renamo; Falta de água nas cidades capitais; Estratégia de empoderamento da Mulher

Xiconhoquices da semana: Investimentos do Banco Mundial em combustíveis fósseis; Endividamento das Empresas Públicas; Crise de gás de cozinha

Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Troca de acusações Governo e Renamo

A troca de acusações entre o Governo de turno e a Renamo sobre os ataques militares que têm vindo a dizimar vidas humanas e a destruir bens é o cúmulo da estupidez e falta de sensbilidade que caracterizam os dirigentes deste empobrecido país. Numa altura em que as expectativas é ver a situação de conflito militar resolvida, os moçambicanos são brindados todos os dias com comentários que visam enterter o povo. A título de exemplo, o partido Renampo tem vindo a acusar o Governo de promover uma campanha de perseguição, sequestro e assassinato dos seus membros, principalmente nas províncias de Tete e Sofala, sendo as questões políticas o móbil de tais actos. Por seu turno, o Governo da Frelimo afirma que os ataques que se registam a cada dia são protagonizados pelos homens da Renamo. Mas paz que é bom nada! –

Falta de água nas cidades capitais

Não há dúvidas que, a cada dia que passa, fica claro que estamos longe de nos tornarmos um país normal. Há sensivelmente 40 anos de independência, as principais cidades de Moçambique continuam a debater-se com problemas básicos que já deviam estar ultrapassados. Mas, devido à incompetência mórbida e falta de seriedade dos dirigentes, todos os dias os moçambicanos são privados de serviços básicos. É o caso de água. Quase todas as cidades capitais moçambicanas sofrem restrições no fornecimento do considerado precioso líquido por causa da incompetência do Fundo de Investimento e Património de Abastecimento de Água (FIPAG). Aliás, a desculpa de sempre tem sido os cortes sistemáticos da corrente eléctrica protagonizada por outra empresa incompetente, a Electricidade de Moçambique (EDM).

Estratégia de empoderamento da Mulher

Como um país, parece que estamos a especializar-nos em desenhar estratégias. Ora estratégia disso, ora estratégia daquilo. Mas no fim do dia é sempre a mesma coisa. Todos os anos organizam-se seminários, simpósios ou conferências para debater e delinear estratégias de empoderamento do considerado sexo fraco, por ser a camada da sociedade vulnerável a diversos males que assolam o país. Na verdade, perde-se muito tempo com conversas cheias de nada e debates improdutivos, mas todos os dias assistimos a casamentos prematuros, violência doméstica, violações sexuais, entre outros males que grassa no nosso país. Quanta Xiconhoquice!

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