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Xiconhoca da semana: Armindo Chavana; Director pedagógico E Sec Macia; Directora de Educ EP 4o Congresso

Xiconhoca da semana: Mulher que trancou as filhas em casa e ateou fogo; Jorge Khalau prometeu...

Os leitores do @Verdade nomearam esta semana os seguintes Xiconhocas:

1. Armindo Chavana

Há muito que o serviço público de televisão nacional está mergulhado numa crise propositada de ideias. Claro que os mentores desta propositada crise sempre estiveram a trabalhar para alcançar a excelência de um serviço não público de informação. Porém, brutalmente servil aos interesses de quem está no poder por via da propaganda de construção de mitos como a Frelimo ou Guebuza, por exemplo.

E como a ideia é alcançar a excelência da propaganda enganosa através da TV pública, tratou-se de encontrar um perito cujo curriculum apresentasse detalhes do servilismo militante. Foi na base deste critério que, quanto a nós, se encontrou o oficial de Marketing da Frelimo, Armindo Chavana. Um tremendo Xiconhoca…

2. Director pedagógico do curso diurno da Escola Secundária da Macia

O director pedagógico diurno da Escola Secundária John Issa foi eleito Xiconhoca. @Verdade procurou saber os motivos e constatou uma verdade atroz: o pedagogo é um cidadão com profundo desconhecimento da educação. Ou seja, é um assassino da educação.

Na Macia, o homem de que não vamos citar o nome para não manchar as páginas deste jornal, foi parar à esquadra local por abusar sexualmente de alunas. Os docentes que reclamam da conduta deste maníaco sexual são transferidos compulsivamente. Alguns encarregados de educação, para protegerem as suas filhas, tiram-lhes da escola.

É que o homem não brinca, havendo indicações de rebentos que correm desgarrados pelos bairros sem sequer saberem de que um quadro, como o homem gosta de ser tratado, é o responsável pela sua vinda ao mundo.

3. Directora de Educação da Escola Primária 4o Congresso

Nem mais. Os encarregados de educação dos alunos da Escola Primária 4o Congresso votaram em grande e designaram a directora daquele estabelecimento de ensino Xiconhoca. A razão é simples: a abnegada estrutura cobra 110 meticais para os novos ingressos.

Os pais, esses, não caíram no conto. Contudo, tiveram de pagar para garantirem que os seus filhos estudassem. Mas não se calaram e, para castigar a malfeitora, elegeram-na Xiconhoca da semana. Eles perguntam: afinal o ensino não é grátis? De onde é que a senhora directora tirou a brilhante ideia de que os 110 meticais são necessários? Xiconhoca é mesmo Xiconhoca. Não muda.

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