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UE disponibiliza 20 milhões de euros para refugiados malianos e pessoas famintas no Mali

A União Europeia (UE) concedeu ao Mali a título da ajuda de emergência 20 milhões de euros a favor dos refugiados e de pessoas vítimas de desnutrição neste país, soube a PANA de fonte oficial no local.

A informação circulou durante a visita a Bamako da comissária europeia para a Cooperação Internacional, Ajuda Humanitária e Reação às Crises, Kristalina Georgieva.

Esta nova ajuda acrescenta-se a um total de 11 milhões de euros de apoio financeiro concedido ao Mali pela UE há mais de um ano, de acordo com a fonte.

A soma permitirá ajudar as crianças vítimas de uma desnutrição grave e 100 mil cidadãos malianos refugiados nos países vizinhos, bem como fornecer alimentos e serviços básicos às vítimas dos confrontos em curso nas zonas do norte do Mali ocupadas por islamitas armados.

A Comissão Europeia decidiu, por outro lado, semana passada, consagrar 50 milhões de euros, no âmbito da Facilidade de Apoio à Paz para África, ao apoio ao desenvolvimento da Missão Internacional de Apoio ao Mali (MISMA) que combate grupos armados que ocupam o norte do país.

Ela pretende igualmente apoiar um certo número de programas de desenvolvimento malianos com 250 milhões de euros, indica a fonte. Estes programas permitem reforçar a sociedade civil e a segurança alimentar e melhorar o abastecimento da cidade de Bamako da água potável.

A Comissão Europeia apelou aos outros doadores de fundos para agirem rapidamente, pois, alertou, as populações estão enfraquecidas por vários meses de privações.

Ela desejou a abertura dum corredor seguro a favor dos trabalhadores humanitários para que eles possam dar a ajuda humanitária indispensável. A Comissão Europeia declarou-se ao mesmo tempo preocupada com o encerramento por vários países das suas fronteiras com o Mali.

A Argélia e a Mauritânia encerraram as suas fronteiras com o Mali a fim de evitar a infiltração dos «jihadistas» (islamitas), perseguidos actualmente pelo Exército maliano e pelas forças francesas.

Brevemente, os bandidos serão caçados pelas forças africanas da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e do Tchad, indica-se.

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