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UA informada sobre preparativos de próximas eleições em África

Os emissários da Argélia, do Malawi e da África do Sul informaram, segunda-feira (17), a União Africana (UA) sobre os preparativos para as eleições presidenciais nos seus respectivos países, no que parece ser uma mudança de abordagem no acompanhamento dos progressos políticos em África.

No mesmo dia, o Conselho de Paz e Segurança (CPS) da UA anunciou ter consagrado a sua 424ª sessão, realizada recentemente, à discussão sobre os preparativos para a organização das eleições presidenciais em quatro países.

O Conselho encorajou a Comissão da UA (CUA) a enviar missões de observação a curto e longo prazos aos países que realizarão estas eleições e serão mobilizados os recursos necessários para o efeito, indica um comunicado divulgado no termo da sessão.

O Departamentos dos Assuntos Políticos da CUA está encarregado do controlo das eleições, nomeadamente as previstas para o primeiro trimestre de 2014. «O relatório (do Conselho) tem em conta as próximas eleições nacionais previstas para a Guiné-Bissau, a Argélia, o Malawi e a África do Sul», indica o CPS felicitado pelo seu relatório exaustivo sobre as próximas eleições.

Os Sul-africanos vão às urnas a 7 de Maio próximo pela quinta vez consecutiva desde o fim do regime de Apartheid em 1994. Governadores provinciais e 400 deputados serão escolhidos durante estas eleições gerais. Do seu lado, o Malawi vai organizar este ano as primeiras eleições desde a morte, em 2012, do Presidente Bingu wa Mutharika eleito em 2004.

Na Argélia, o actual Presidente Addoul Aziz Bouteflika, é candidato à sua própria sucessão às eleições de 17 de Abril próximo, enquanto que, a Guiné-Bissau realiza o seu sufrágio três dias antes, após dois adiamentos sucessivos, a 14 de Novembro de 2013 e a 16 de Março de 2014. Os responsáveis do CPS felicitaram a Argélia, o Malawi e a África do Sul pelos esforços envidados para garantir uma realização pacífica destes escrutínios.

O CPS exige que os seus relatórios trimestrais sobre as eleições em África figurem no quadro regular do seu trabalho com o objectivo de redobrar de esforços a fim de prevenir os conflitos no continente.

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