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Três cidadãos presos por morte do procurador Marcelino Vilanculo

Três indivíduos estão a contas com as autoridades moçambicanas, acusados de envolvimento no assassinato a tiros do procurador Marcelino Vilanculo, defronte da sua residência, na noite de 11 de Abril do corrente ano, no município da Matola, quando regressava do trabalho. Porém, não se avança nenhuma novidade em relação ao homicídio contra o juiz Dinis Nhavotso Silica, da Secção Criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM), na manhã de 08 de Maio de 2014, no cruzamento entre as avenidas Karl Marx e Marien Ngouabi.

Pesa ainda sobre os visados privados de liberdade, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), crimes de porte de armas proibidas, associação para delinquir e branqueamento de capitais. De acordo com esta instituição do Estado, “há indícios de envolvimento de mais pessoas”, por isso, a Procuradoria prossegue com a investigação.

O magistrado, cobardemente morto, de acordo com a opinião pública e a classe a que pertencia, representou o Ministério Público no julgamento e condenação de quatro cidadãos, em 2013, pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, por crimes de rapto, posse ilegal de arma e associação criminosa. Os delitos aconteceram entre Fevereiro e Junho de 2012.

Consta que à data da sua morte, Marcelino Vilanculo preparava a acusação contra Danish Abdul Satar, suspeito de ser intermediário dos autores morais de vários crimes, que incluem os raptos.

Na sequência destes factos, a PGR indica ter aberto o processo-crime nº 186/PPM/2016, contra os assassinos do magistrado. O processo foi remetido ao Tribunal Judicial da Província de Maputo para os termos subsequentes, a 28 de Julho último, refere um comunicado da PGR, enviado ao @Verdade.

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