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Terra fértil seduz potenciais investidores em Manica

A província de Manica concentrou potenciais investidores, quer privados, assim como públicos, para as suas potencialidades, em recursos minerais, turísticos e as extensas terras férteis para empreendimentos agropecuários.

Numa Conferência internacional de investidores, o ministro da Indústria e Comércio, Amando Inroga, particularmente, a governadora da província, Ana Comoane, as imensas oportunidades de negócios, que além de beneficiar os investidores terão grande contributo para o combate à pobreza, agenda-mãe do governo moçambicano.

“Devemos usar aquilo que são as políticas públicas de desenvolvimento no nosso país, dando a conhecer ao nosso empresariado e não só as oportunidades de investimento e sobretudo o ambiente de negócios baseado nas tais políticas, mas também trazendo as potencialidades da província”.

Foi com estas palavras que a Governante da província de Manica, se pronunciou no encerramento da Conferência Internacional de Investidores, ocorrido no posto administrativo de Cafumpe, distrito de Gôndola, nos dias 18 e 19 do corrente mês.

Na ocasião, Ana Comoane disse esperar que se tome decisões e objectivos sobre aquilo que foram as experiencias colhidas ao longo do evento.

“Estamos certos de que encontraram espaço, como temos vindo a estabelecer acordos de parcerias. Estamos certos também que esta não será a última vez a estarem cá, voltarão já com decisões tomadas para investir”, verbalizou Comoane.

A governante de Manica, pediu aos participantes que “façam deste nosso plano vosso plano, pedimos sobretudo que façam da nossa província a vossa província”, e acrescentou que para Manica tragam investimentos públicos e investimentos privados.

Ana Comoane, tem a certeza de que se assim o fizerem os investidores não vão se arrepender porque vão ganhar dinheiro mas também vão desenvolver Manica, o país em geral, e irão contribuir para a elevação a altos níveis da nossa população.

Segundo Comoane, por aquilo que foi apresentado, dúvida que não existe de que Manica realmente possui um elevado potencial, “o que nós queremos que este elevado potencial seja transformado em riqueza”.

Entretanto, Armando Inroga, Ministro da Indústria e Comércio, disse que os propósitos que levaram a realização da conferência enquadram-se perfeitamente nos objectivos definidos pelo governo de Moçambique.

Os tais objectivos se circunscrevem na promoção de iniciativas que concorrem para o desenvolvimento de sinergias com vista a tornar mais célere a implantação de acções de luta contra a pobreza.

Por esta razão, de acordo com Inroga, o Governo de Moçambique saúda esta importante iniciativa do governo da província de Manica, de convidar todos os autores de desenvolvimento, investidores nacionais e estrangeiros para apresentação das potencialidades e oportunidades de investimento na província.

Saúde igualmente pelo facto de os dirigentes da província, mostrar de que acção, espaço privilegiado para estabelecimento de parcerias entre o empresariado local e estrangeiro.

Inroga entende que a partilha de experiência  entre o sector público e privado, empresários nacionais e estrangeiros, deve ser entendida como sendo uma estratégia fundamental que nos vai levar paulatinamente a fazer face aos desafios actuais na luta contra a pobreza no nosso país, principal agenda do Governo de Moçambique neste quinquénio.

O Ministro da Indústria e Comercio recordou que a província de Manica é potencialmente rica em recursos quer minerais, agro-pecuários, e turísticos, a maior parte dos quais ainda por explorar.

Armando Inroga frisou que as maravilhas da terra do planalto residem, sobretudo, nas suas condições agro-climáticas, premissas para o cultivo de diversas culturas designadamente cereais, fruteiras, passados pela cultura de rendimento, que eficazmente praticadas puderam contribuir para o combate a fome e mormente a criação da robustez económica dos camponeses.

“A título de exemplo, aqui ouvimos que a província de Manica possui cerca de 4 214, 880 mil milhões de hectares de potencial de terra arável, dos quais 612, 172 mil hectares é que são explorados pelo sector familiar e empresarial, uma área que corresponde a um aproveitamento de 14, 7 por cento”, proferiu Inroga.

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