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Sociedade civil conclui posição sobre o estágio da pobreza no país

As organizações da Sociedade Civil reconhecem avanços registados no âmbito da implementação do Plano Económico e Social (PES) de 2010 mas chamam atenção para que os próximos planos de governação, nomeadamente, o Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP), em elaboração, dê maior atenção a alguns sectores cujo desempenho continua aquém do desejável.

Estas constatações estão contidas num documento em processo de conclusão que vai reflectir o posicionamento da sociedade civil, a ser apresentado no encontro sobre o observatório da pobreza, que terá lugar quinta-feira, juntando o governo e parceiros.

Segundo as conclusões preliminares do documento, que ontem esteve em debate num encontro organizado pelo grupo Moçambicano da Dívida (GMD), lembra que “a pobreza não é apenas a insuficiência de meios de subsistência” mas “inclui a falta de oportunidades para que o cidadão possa participar de forma activa e livre na tomada de decisões, assim como na elaboração de projectos que o afectam”.

Segundo as conclusões preliminares, a agricultura, educação e a governação devem merecer mais atenção, por forma a reflectirem cada vez mais e de forma positiva na vida do cidadão.

Ao nível da agricultura, a sociedade civil considera “importante que o governo assegure que os pobres tenham acesso à terra e lhes conceda apoio necessário para a sua rentabilização”.

No que diz respeito ao sector da educação, as organizações sociais defendem que, para além da expansão do ensino, “é necessário conceber estratégias que favorecem o acesso e retenção da rapariga na educação até a conclusão do ensino secundário, bem como o aumento da qualidade de educação”.

Assegurar a paz e a estabilida de através da consolidação da democracia, e acima de tudo a transparência, a integridade e o uso racional e eficiente dos escassos recursos financeiros é o desafio que apontam no sector da governação.

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