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Sete menores violados sexualmente este ano em Inhambane

Pelo menos sete menores com idades compreendidas entre 5 a 15 anos foram violadas sexualmente e consequentemente, contraíram ferimentos entre graves e ligeiros nos órgãos genitais, nos primeiros 4 meses deste ano na província de Inhambane.

Os incidentes foram notificados nos distritos nortenhos de Funhalouro, Govuro e Inhassoro, além de Massinga, Homoine e cidade de Inhambane, situados no centro da província de Inhambane.

O caso mais recente registou-se na semana passada em Homoine, onde, na calada da noite, um jovem de 23 anos, introduziu-se no interior de uma casa, agrediu e violou sexualmente duas crianças de nove anos de idade.

Edna Macuácua do gabinete da imprensa no comando provincial da Polícia da República de Moçambique em Inhambane, disse que as investigações feitas pela corporação mostram que o criminoso é amante da tia das vítimas.

No dia da consumação daquele acto macabro, o jovem dirigiu-se à casa da sua amada de 43 anos e ela estava ausente. No local, aproveitando-se da incapacidade de autodefesa das petizes, violou-as sexualmente.

Edna Macuácua explicou ainda que as crianças contraíram ferimentos nos órgãos genitais e foram levadas ao hospital, onde receberam cuidados médicos. O autor do crime disse a polícia que agiu inconsciente, pois, segundo ele estava sub efeitos do álcool.

A neutralização do malfeitor ocorreu depois da denúncia junto à polícia no distrito de Homoine, pela sua amante, como dissemos, a tia das menores.

Outro caso do género deu-se em Março último, no distrito de Inhassoro, quando um pescador agrediu sexualmente uma outra menor de 13 anos depois de ter aliciado a sua vítima, sem sucesso, para fazer relações sexuais em troca de dinheiro num montante não quantificado.

“A menina recusou a oferta do criminoso e imediatamente arrastou-a para uma mata próxima e atingiu os seu intentos” – explicou a polícia.

No mesmo período, neste caso no distrito de Funhalouro, um homem cuja identidade não foi revelada arrastou para o interior da sua casa uma criança de 12 anos, posteriormente arrancou-a a roupa e forço-a a fazer relações sexuais.

Em Massinga, em Fevereiro deste ano, um cidadão de nacionalidade chinesa, identificado como Cong Wen, foi detido depois de ter forçado uma menor de 12 anos a praticar sexo oral.

O crime foi consumado na residência do agressor, onde a adolescente encontrava-se a trabalhar como empregada doméstica. De acordo com a polícia Cong Wen, de 36 anos, que se afixou em Massinga como reparador de electrodomésticos, aliciou a sua vítima com 500 meticais para a prática de sexo oral.

“A menor apresentou-se na polícia traumatizada. Imediatamente foram accionados mecanismos que culminaram com a sua detenção” – disse Edna Macuácua.

Já em Janeiro, no distrito de Govuro, na região de Chimunda, um pai violou sexualmente a sua filha de 15 anos. Jeito Castigo arrastou a sua filha até ao quarto onde foi satisfazer o seu apetite sexual. O suposto violador foi detido depois da denúncia feita pela sua esposa que o encontrou em flagrante.

Questionado pela polícia, o pai da menor disse ter violado sexualmente a sua filha alegadamente porque a esposa estava a amamentar e passava longo tempo sem fazer relações sexuais.

O caso mais caricato aconteceu na cidade de Inhambane, no bairro Malembwane, onde um jovem de 21 anos violou sexualmente a sua enteada de 5 anos.

O jovem de nome Pascoal Rafael aproveitou-se da ausência da mãe da criança para praticar o crime de estupro a luz de dia.

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