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Septuagenária espancada e violada até à morta no município da Matola

Uma idosa de setenta anos de idade foi supostamente agredida fisicamente, abusada sexualmente e de seguida morta, na noite do último sábado (08), no bairro de Ndlavela, município da Matola, por pessoas ainda a monte.

A vítima respondia pelo nome de Catarina André Nhantumbo, de 70 anos de idade, residente no quarteirão 20 daquele bairro.

Por volta das 19h00 daquele dia, um grupo de jovens ainda não identificados invadiram a residência da septuagenária e a submeteram-na a maus-tratos antes de alegadamente estuprá-la e cometer o homicídio.

A cidadã vendia castanha de caju algures naquela zona. A humilhação a que foi sujeita é de tal sorte que os presumíveis estupradores sujaram a sua rosto com uma papaia madura.

Testemunhas contaram ao @Verdade que ouviram gritos de pedido de socorro mas ninguém, inicialmente, se fez à casa da malograda para se inteirar sobre o que se passava.

Dada a persistência dos gritos, uma senhora aproximou-se da habitação da anciã para tentar acudi-la, mas não logrou tal objectivo porque “a porta estava fechada. Pensei que ninguém estivesse em casa e os gritos que ouvi eram falsos”, contou uma vizinha.

Na manhã de domingo (09), a idosa foi descoberta sem vida, no interior da própria residência, por uma da filhas que pretendia visitá-la. Ela abriu a porta e viu o corpo da mãe no chão, sem os sinais vitais.

Segundo os depoimentos da família, o finada estava maltratada e com uma das pernas apoiada a uma parede, o que sugere que antes da sua morte foi abusada sexualmente.

A Polícia da República de Moçambique (PRM), na província de Maputo, disse que está a investigar a morte a anciã.

Já na cidade de Maputo, um jovem foi igualmente morto, também por desconhecidos, na madrugada de sábado, e o seu corpo achado no campo de prática de golfe, no bairro da Polana Caniço “A”.

O malogrado foi reconhecido pela população como sendo morador do quarteirão 40, mas não se sabe o que concorreu para a sua morte.

Suspeita-se que o finado tenha sido assassinado algures, quando regressava do trabalho, e o seu cadáver arrastado até as proximidades da sua área de residência.

Alguns habitantes daquele bairro disseram que, há dias, um homem foi também assassinado em circunstâncias não esclarecidas, por indivíduos não identificados.

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