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Sector de embalagens atrai USD 40 milhões de investimento directo privado

Empresas de média dimensão moçambicanas e estrangeiras aplicaram entre 2001 e 2012 cerca de 40 milhões de dólares em empreendimentos seus para produção de vários tipos de embalagens.

Fonte competente do Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME) indicou que desde 2011 as propostas de novos investimentos endossadas por aquele tipo de empresas tende a aumentar, a avaliar pelo facto de, entre 2011 e 2012, terem sido aprovadas novas propostas avaliadas em cerca de 10 milhões de dólares.

Este incremento deveu-se a incentivos fiscais melhorados e em vigor e a facilidades de importação de equipamento e matérias-primas concedidas às empresas que apostam no investimento deste ramo de actividade, de acordo ainda com o IPEME, realçando que grande parte das embalagens produzidas no país destina-se para acondicionamento do cimento, açúcar, bebidas alcoólicas, produtos alimentares e agrícolas e ainda detergentes.

As áreas de produção de vidro, papel, madeira, metal, rótulos e tampas para diversos fins são igualmente objecto de acondicionamento pelas embalagens a serem produzidas no país por empresas de média dimensão.

A província de Maputo é a região com maiores investimentos aplicados nesta indústria de embalagens, de parceria com Nampula, Sofala e Manica.

Moçambique perde “muitos milhões de dólares norte-americanos na importação de embalagens”, de acordo com o Instituto para Promoção das Pequenas e Médias Empresas.

Este departamento governamental refere ainda que, apesar de ser exportador tradicional de produtos agrícolas, “grande parte dos produtos nacionais do sector é exportada em embalagens importadas”.

Esta situação poderá ser minimizada, futuramente, devido ao início da construção, este 2013, de duas unidades produtivas de produtos plásticos na zona industrial da Matola e no distrito da Manhiça, província de Maputo.

O empreendimento, a localizar-se no parque industrial da Motola, irá denominar-se Plasteuropa e será edificado por investidores portugueses, enquanto o da Manhiça é de capitais maioritários sul-africanos.

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