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Ruínas e talhões não habitados serão alvos de medidas correctivas em Inhambane

O Conselho Municipal da Cidade de Inhambane tenciona eliminar as ruínas e edifícios inacabados e espaços não aproveitados que se localizam no espaço sob sua jurisdição, principalmente no centro da urbe.

A edilidade entende que a existência de imóveis em avançado estado de degradação e espaços desabitados retira a estética arquitectónica da cidade que constitui um dos centros turísticos da província e do país.

Desta forma, os serviços de urbanização estão a efectuar o levantamento das ruínas incluindo todos os talhões não ocupados. Com esta medida, o conselho municipal pretende reorientar a ocupação daqueles espaços ou sensibilizar os legítimos proprietários para a reabilitação dos imóveis e ocupação dos talhões que neste momento se encontram em situação de abandono.

O chefe dos Serviços de Urbanização no Concelho Municipal da Cidade de Inhambane, Eugénio José, disse que alguns edifícios, ruínas e espaços abandonados que existem espalhados em quase toda a cidade são de cidadãos que adquiriram aqueles imóveis ou terrenos no âmbito da alienação dos imóveis do Estado.

“Temos a intenção de fazer um levantamento detalhado sobre as patologias que as ruínas têm. Se chegarmos à conclusão de que as patologias são graves e não existem condições para a sua reabilitação, realmente vamos recorrer às demolições”, disse Eugénio José.

No entanto, a nossa fonte foi cautelosa quanto às demolições, pois, segundo ele, há toda a necessidade de preservar a estrutura arquitectónica da urbe tendo em conta que a cidade de Inhames foi declarada património universal da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

Refira-se que algumas das ruínas existentes, principalmente no centro da cidade, datam dos anos 1731, altura em que os portugueses começaram a ocupar definitivamente a cidade.

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