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Revitalização dos marcos fronteiriços entre Moçambique e Malawi

O Ministro malawiano do Interior e da Defesa, Aaron Sangala, afirmou que a revitalização dos marcos na fronteira comum com Moçambique visa assegurar que todas as ameaças à integridade territorial dos dois países estejam completamente fora de hipótese.

Sangala fez esta afirmação, Sábado último, em Maputo, último dia dos trabalhos da VI Sessão Ministerial da Comissão Conjunta Permanente de Defesa e Segurança, que reuniu peritos da área para a troca de informações sobre a situação política e de segurança nos dois países.

Na ocasião, a fonte destacou que os dois estados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) devem centrar as atenções em questões fundamentais à estabilidade da paz e segurança.

“Como países vizinhos, temos que considerar questões fronteiriças. Sabemos que tais preocupações acontecem até mesmo entre familiares, amigos e irmãos”, disse o Ministro malawiano, que é igualmente o vice-presidente da comissão.

Os dois países iniciaram, recentemente, a revitalização de marcos ao longo da fronteira comum que tem uma extensão de pouco mais de mil quilómetros quadrados.

Espera-se que este trabalho clarifique a divisão entre os dois países por forma a se evitar eventuais conflitos decorrentes da má interpretação do espaço pertencente a cada país.

A Comissão Conjunta Permanente de Defesa e Segurança é, segundo Sangala, a plataforma mais conveniente para o fortalecimento da compreensão mútua para a manutenção da paz, segurança e estabilidade, visando melhorar o desenvolvimento social e económico dos dois países.

A reunião de Sábado foi antecedida de uma outra de peritos dos dois países havida Sexta-feira ultima que teve como agenda a troca de informação sobre a situação política e de segurança nos dois estados.

A fábrica da Africa Great Wall Cement Manufacturer Lda terá capacidade para produzir 500 mil toneladas de cimento por ano. Segundo o “Diário de Moçambique”, os responsáveis do empreendimento prevêem iniciar com a produção do cimento entre finais de 2012 e inícios de 2013.

Com esta fábrica, a província meridional de Maputo passa a ter três novos empreendimentos para a produção de cimento, todos implantados por empresas chinesas.

A fábrica de Salamanga, a Sul da província de Maputo, já em construção, é propriedade da China International Fund e os investimentos rondam perto de 72 milhões de dólares, o equivalente a mais de 2 mil milhões de meticais.

A produção desta firma, também localizada por cima de um grande jazigo de calcário, é estimada em cerca de 800 mil toneladas, enquanto uma terceira unidade, da GS Cimento, terá uma capacidade para 550 mil toneladas de cimento Portland.

Esta fábrica ficará localizada no parque industrial de Boane, próximo da Mozal, sendo a mais cara das três, de capitais chineses, avaliada em cem milhões de dólares.

A acentuada expansão da capacidade de produção de cimento destina-se a responder à alta procura de materiais de construção em Moçambique devido ao elevado índice de instalação de infraestruturas e com grandes projectos na mineração, energia e outros.

Com a operacionalização destes três projectos e um outro quarto em preparação para a instalação, na província central de Sofala, de uma fábrica de cimento, o país poderá triplicar a capacidade de produção de cimento ao nível nacional, passando dos actuais 1.3 milhões de toneladas por ano para quatro milhões, em 2013.

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