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Renamo critica declarações do antigo Presidente Joaquim Chissano

As declarações que o antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, proferiu no último sábado (11) nas quais defendia que o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, deve ser “acarinhado” para que aceite dialogar com o Governo são entendidas por aquele partido como sendo uma preocupação eivada de cinismo uma vez que a mesma é demonstrada depois de a “guerra” ter chegado à zona Sul do país.

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Chissano pronunciou-se sobre o conflito no passado sábado ao canal televisivo STV, quando a presença dos ex-guerrilheiros da Renamo na província de Inhambane já havia sido confirmada. O ex-presidente da República disse que o país precisava de paz e vincou a necessidade de a Renamo e o Governo moçambicano chegarem a um entendimento pela via do diálogo.

No entanto, para o porta-voz do gabinete do presidente da Renamo, António Muchanga, para além de ter surgido tarde, o posicionamento de Chissano revela que a preocupação em relação à actual situação é que o conflito se mantenha no Centro e não se alastre ao Sul do país.

“Agradecemos ao Presidente Chissano, pela sua contribuição, demonstrou o seu cometimento com a causa dos moçambicanos. Lamentamos que o pronunciamento tenha vindo muito tarde. Parece que a preocupação é que os confrontos não cheguem à zona Sul do país”, disse Muchanga.

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