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Recluso fornece arma de fogo a supostos comparsas em Chimoio

Dois indivíduos, nomeadamente Ricardo José Cufa e Adriano Artur, foram detidos pela Polícia na posse de uma arma de fogo de tipo pistola Makarov. A arma tinha cinco munições e era usada em assaltos a estabelecimentos comerciais na cidade de Chimoio, capital provincial de Manica.

Dados fornecidos pela Polícia indicam que os detidos são confessos e que adquiriram a arma através de um tal de Abílio, condenado por assalto a mão armada.

Abílio foi condenado por ter se envolvido em assalto a uma firma pertencente a chineses em Chimoio. Neste caso, de acordo com o Diário de Moçambique, está envolvido um agente da corporação, que também se encontra detido na maior cadeia da província de Manica (Cadeia Cabeça do Velho).

A Polícia suspeita que o fornecedor da arma tenha feito diligências de modo a que os detidos localizassem a arma para o cometimento de crimes de assalto.

“Já cometeram assaltos em estabelecimentos comerciais localizados nos bairros 16 de Junho, Centro Hípico, 7 de Abril e no distrito de Gôndola”, disse o porta-voz da PRM em Manica, Belmiro Mutadiua.

A fonte afirmou que o duo, nas suas incursões, fazia-se transportar em duas motos de marca LIFN, que se suspeita que sejam também produto de roubo.

Belmiro Mutadiua, porta-voz da Polícia, indicou que os números dos quadros e dos motores das motos eram diferentes, o que leva a crer que tenham sido viciadas para distrair aos próprios proprietários.

Roubo de motas

A PRM em Manica afirma ainda que esta preocupada com crime de roubos de motos, actos que haviam abrandado já há algum tempo. “Roubo de motorizadas é um tipo de crime que esta anos preocupar. Havia abrandado por muito tempo, preocupa-nos o seu ressurgimento”, disse o porta-cozida Policia em Manica, Belmiro Mutadiua.

A Policia suspeita que este crime tenha ressurgido na sequência da soltura, pelo tribunal, de um grupo de malfeitores conhecidos nos casos de roubo de motos naquela parcela do pais.

Belmiro Mutadiua disse que alguns dos soltos, que se encontravam a cumprir pena de prisão são reincidentes e que nada prova a sua correcção. Por isso, a fonte avança apelos a sociedade civil, no sentido de manter-se vigilante para facilitar a identificação de praticantes destes actos.

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