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Produtores de tijolo queimado acusam antigos combatentes de burla

Os produtores de tijolo queimado no posto administrativo de Chupanga, distrito de Marromeu, província Central de Sofala, acusam alguns antigos combatentes de burla por não estarem a liquidar a divida resultante de fornecimento de mais de 20 mil unidades do género.

No total são dez produtores de tijolos que disseram que passam mais de três meses que não recebem dinheiro da venda de tijolos solicitados por um tal Aguasse e Romão Chamoto, este último secretário da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional (ACCLIN) a nível do distrito de Marromeu.

O “Diário de Moçambique” escreveu, Quarta-feira, que o facto foi denunciado por José Joaquim Magumbaza, representante dos produtores de tijolos, ao governador de Sofala, Félix Paulo, que foi solicitado a mediar o imbróglio. Paulo esteve recentemente de visita àquele ponto da província.

“O senhor Romão Chamoto trouxe aqui um camião e carregou os tijolos prometendo que o Governo distrital pagaria dias depois. Mas, passam mais de três meses que o senhor Chamoto já não atende telefone quando pretendemos saber do assunto”, disse José Magumbaza

. A fonte vincou que “estamos bastante constrangidos com o comportamento do senhor Chamoto e seu colega, que nos solicitaram a produção de tijolos mas que depois não pagaram”.

Entretanto, Romão Chamoto confirmou ter contactado os produtores de tijolos em nome do Governo distrital para a construção de casas para antigos combatentes, acrescentado que não sabe porquê ainda não foram pagos.

“Também estou preocupado com a situação, porque os produtores conhecemme como a pessoa que lhes contactou”, disse Chamoto, atirando a responsabilidade para o Governo distrital, sobretudo os Serviços de Planeamento e Infra-estruturas de Marromeu que teriam recebido a verba para a construção das referidas casas.

Para a solução do problema, Chamoto prometeu apresentar o caso à Direcção Provincial dos Combatentes de Sofala.

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