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Procuradoria-Geral da República dribla Renamo

A Procuradoria-Geral da República (PGR) adiou para próxima quinta-feira o seu pronunciamento sobre a legalidade ou não da prisão, desde Junho de 2013, do brigadeiro da Renamo Jerónimo Malagueta, acusado de crime de incitação à violência. O pronunciamento sobre o caso estava marcado pela PGR para esta segunda-feira, na cidade de Maputo, segundo a chefe da Bancada Parlamentar da Renamo (AR), Maria Angelina Enoque, em resposta a uma carta enviada àquela instância judicial há cerca de um mês.

A justificação dada à Renamo pela PGR foi de “sobreposição de agenda do procurador Augusto Paulino”, segundo explicou Maria Angelina Enoque.

Refira-se que o brigadeiro Malagueta, também chefe do Departamento de Informação da Renamo, foi detido pela Polícia da República de Moçambique (PRM) no dia 21 de Junho de 2013, na sua residência, em Maputo, acusado de crime de incitação à violência, após ter anunciado em conferência de imprensa que o seu partido iria alargar o perímetro de segurança dos seus homens, na secção rodoviária da EN1 compreendida entre Muxúnguè até rio Save, no Centro do país, para evitar que as forças governamentais reforcem a sua capacidade logística na região onde desde Outubro de 2012 está aquartelado o líder da Renamo, Afonso Dhlakama.

A petição enviada à PGR pela Renamo exigia, entre outras coisas, a “libertação imediada” de Malagueta por alegar que a sua prisão é ilegal.

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