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Presidente Obama na luta contra pandemia global do vírus H1N1

O presidente anuncia Plano para Ampliação da Luta Contra a Pandemia Global do Vírus H1N1 O presidente Obama anunciou que os Estados Unidos continuarão a agir de forma agressiva para deter a disseminação global da pandemia do vírus da gripe H1N1-2009 e estão preparados para colocar à disposição de outros países 10% do seu suprimento de vacina contra o H1N1 por meio da Organização Mundial de Saúde (OMS). Em reconhecimento de que a doença não conhece fronteiras e de que a saúde do povo americano é inseparável da saúde dos povos do mundo todo, os Estados Unidos estão agindo em conjunto com Austrália, Brasil, França, Itália, Nova Zelândia, Noruega, Suíça e Reino Unido.

Os Estados Unidos colocarão a vacina contra o vírus H1N1 à disposição da OMS sempre que houver suprimento disponível, para ajudar os países que de outra maneira não teriam acesso direto à vacina. A Agência de Controle de Alimentos e Medicamentos licenciou oficialmente a vacina contra o vírus da gripe H1N1-2009.

Na semana passada, o Departamento de Saúde e Serviço Social e os Institutos Nacionais de Saúde anunciaram que uma dose da vacina – em vez de duas – será eficaz para o desenvolvimento da imunidade na maioria dos adultos, e o secretário Sebelius do HHS anunciou que a vacina estará disponível nas próximas semanas, antes do previsto inicialmente. Permanecemos confiantes de que os Estados Unidos terão doses suficientes da vacina para todos os americanos que queiram tomá-la.

Continuamos a recomendar que mulheres grávidas, trabalhadores de saúde, pessoas que cuidam de crianças de menos de 6 meses de idade, e outras populações de alto risco tenham prioridade no país e no exterior. Há amplo reconhecimento internacional de que a pandemia do vírus H1N1-2009 representa risco para a saúde global. Milhões de pessoas foram afectadas no mundo todo, milhares morreram, e o vírus continua a se espalhar pelas fronteiras internacionais. Os Estados Unidos reconhecem que, assim como esse desafio ultrapassa fronteiras, assim deverá ser nossa resposta.

Convidamos outros países a se juntar a nós nessas iniciativas urgentes de saúde global. Trabalhando em conjunto, podemos garantir que a vacina limite a disseminação da doença, reduza a carga sobre os sistemas de saúde, reduza o risco do aparecimento de uma cepa ainda mais virulenta e, o que é mais importante, salve vidas – nos Estados Unidos e no mundo todo.

 

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