Para continuarmos  a fazer jornalismo independente dos políticos e da vontade dos anunciantes o @Verdade passou a ter um preço.

“Presidência aberta” está a mudar a vida dos moçambicanos

Os primeiros (cerca de) cinco anos de governação aberta e inclusiva do Presidente Armando Guebuza revolucionaram, em grande medida e em vários aspectos, a vida social e económica dos m o ç a m b i c a n o s , principalmente nas zonas rurais.

Para quem teve a oportunidade de acompanhar o Presidente Guebuza, na sua primeira digressão pelo país “Presidência aberta” está a mudar a vida dos moçambicanos Almiro Mazive, da AIM depois de ter sido empossado, em Fevereiro de 2005, para um mandato de cinco anos, parecia impossível que em apenas cinco anos a maioria dos moçambicanos acreditasse, mais do que nunca, na autoestima e empreendedorismo para vencer as dificuldades do dia-a-dia. No seu estilo de governação “aberta e inclusiva”, muito contestada por algumas correntes, singulares que se beneficiaram deste financiamento.

Nesta província e com o mesmo fundo foram adquiridos oito tractores, 914 cabeças de gado bovino para o fomento e tracção animal, 53 motobombas que irrigam cerca de sete mil hectares, 77 moageiras, criadas 81 cantinas, desenvolvida a criação de animais de pequeno porte, entre outras iniciativas. Isto tudo resultou em mais terra lavrada, para além de que os camponeses ganharam mais tempo para produzir porque os cereais, como o milho, já são processados pelas moageiras, os produtos manufacturados e de primeira necessidade passaram a estar mais próximos dos camponeses, e a dieta alimentar a registar melhorias, entre outras vantagens.

Se não fossem os “sete milhões” de Meticais, onde é que a província de Manica, e todas outras do vasto Moçambique, iriam buscar estes benefícios, cujo destaque é o facto de serem as próprias comunidades que se encarregam por identificar as prioridades a financiar? Este fundo não retira os orçamentos alocados pelo Governo Central, no âmbito do plano quinquenal. Isto quer dizer que a quantidade do dinheiro que circula nos distritos aumentou drasticamente.

Porque no distrito já há uma notória circulação de dinheiro, a banca também tem dado resposta a isso, para além de que a arrecadação de receitas locais também está a melhorar devido ao negócio que já acontece a este nível. Tomando ainda como exemplo a província de Manica, há registo de uma considerável expansão da rede bancária, tendo passado de quatro, em 2004, para 11, em 2009.

Quatro são bancos comerciais e sete são instituições de micro-finanças. As instituições de micro-finanças já desenvolvem as suas actividades em todos os distritos desta província. As estatísticas parecem simples amostras, mas lá no campo as populações não escondem a sua satisfação pela mudança que está a ocorrer desde que Guebuza apostou no distrito como base do desenvolvimento.

Hoje, as populações querem todas beneficiar deste fundo, estando até a rogar a Guebuza para tudo fazer para reforçá-lo. Se tomar-se em linha de conta de que esta realidade está acontecendo nas restantes dez províncias, é caso para dizer que a vida no campo já está a tomar outro rumo. Uma outra componente da mudança que os distritos estão operando, é o facto de as populações já entenderem que o que não está correcto deve ser denunciado. Alias, este é um dos objectivos do estilo de governação de Guebuza: Fazer com que as populações participem na governação.

Com efeito, as populações já não tem receio de se queixarem publicamente de alguma injustiça, o que faz com que os funcionários mais atentos afectos em instituições públicas e/ou mesmo privadas se esforcem em dar resposta aos problemas que a população coloca. O Presidente já reconheceu que há fragilidades das instituições, a avaliar pelo grau de queixas que vêm sendo levantadas pelas populações por onde tem passado, orientando comícios.

Quanto a construção de casas melhoradas, um outro ponto que “Guebas” (como é carinhosamente tratado o Presidente) tem se batido, já é notória um pouco por todos o distritos, onde já se podem ver casas erguidas com base em tijolo queimado. Distritos pobres como os de Macossa e Tambara, norte da província de Manica, são exemplo disso. As residências dos administradores distritais também já têm um outro aspecto, o que tem servido de exemplo para toda a população sobre a necessidade de se viver em casa condigna, como forma de elevar o padrão de vida dos moçambicanos.

No início do mandato que está a findar, grande parte destes edifícios estavam degradados, mas porque as visitas presidenciais passaram a ser uma constante hoje a realidade já é outra. Na maior parte dos distritos, as populações foram unânimes em afirmar que os bons resultados que foram alcançados neste quinquénio foram directamente influenciados pela governação aberta e participativa de Guebuza.

Esta melhoria das condições sociais e económicas nos distritos vai, certamente, atrair quadros qualificados, principalmente em áreas vitais, tais como agricultura, saúde, educação, entre outras.

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Related Posts

error: Content is protected !!