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Polícias mortos por bandidos na periferia da capital moçambicana

Num acto que pode ser qualificado como uma afronta à Polícia, uma gangue assassinou a tiros dois membros desta corporação, na madrugada de terça-feira (30), no bairro suburbano de Hulene “B”, na capital moçambicana. É o segundo caso e três policiais já mortos em uma semana.

As vítimas, do ramo da Polícia de Protecção e cujas identidades não apurámos, estavam afectas ao Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Maputo e encontraram a morte nas proximidades da lixeira de Hulene.

Inácio Dina, porta-voz do Comando-Geral, disse à imprensa que os seus colegas cumpriam uma missão de patrulhamento e deslocavam-se para algures, no mesmo bairro, onde tinham sido solicitados.

Durante o percurso, os malogrados encontraram-se com um grupo de presumíveis assaltantes. Estes, apercebendo-se de que tinham sido descobertos, abriram fogo contra os elementos da Polícia, que se faziam transportar numa viatura da instituição a que estavam afectos, contou Inácio Dinas.

Os finados, que saíam do Posto Policial de Hulene, foram alvejados mortalmente quando tentavam repelir a acção da gangue. Dos quatro indivíduos, um já está detido e os restantes continuam a monte.

O @Verdade questionou ao porta-voz da PRM qual teria sido o móbil do crime, tendo respondido que os malfeitores procuravam ganhar a vida de forma fácil e naquela madrugada pretendiam fazer mais vítimas.

Refira-se que, na noite de segunda-feira (22), cidade de Nampula, um outro grupo de presumíveis bandidos, em parte desconhecida, matou também a tiros um membro da corporação, feriu gravemente o seu colega e causou escoriações ligeiras a um civil.

O caso aconteceu por volta das 20h30, na Rua das Flores, num dia em que a cidade de Nampula, província com o mesmo nome, comemorava 60 anos de elevação à categoria de urbe.

Sobre esta situação, Inácio Dinas disse que se está ainda no encalço dos protagonistas do crime e o policial que ficou gravemente feridos continua internando.

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