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Polícia prende quadrilha que assume ter cometido assassinatos e roubos em Nampula

Três indivíduos estão presos, desde o passado domingo (04), acusados de assassinatos, dos quais de um agente da Polícia, e cometimento de vários roubos, em diferentes bairros da cidade de Nampula. Do grupo faz parte um presumível cabecilha identificado pelo nome de Óscar Mussa, 31 anos de idade, o qual confessou ter cometido todos os crimes de que a sua quadrilha é indiciada.

Óscar Mussa, procurado pela Polícia da República de Moçambique (PRM), há mais de um ano, admitiu à imprensa que fez parte do bando que na noite de 22 Agosto passado matou a tiros um membro da Lei e Ordem e feriu gravemente o seu colega, na Rua das Flores, em no bairro de Muatala.

Zacarias Nacute, porta-voz da PRM em Nampula, disse que o bando protagonizou assaltos diversos assaltos à mão armada e tirou a vida de pelo menos cinco pessoas.

Dos referidos delitos, “temos a destacar três homicídios qualificados. O primeiro ocorrido no bairro de Muhala-expansão, o segundo em Belenenses e o terceiro na Rua das Flores, concretamente no bairro de Muatala. Este último contra um membro da Polícia”, disse o Zacarias Nacute.

Segundo o agente da Lei e Ordem, pesa ainda sobre a quadrilha dois roubos e assassinatos com recurso a armas de fogo. Um dos casos deu-se na Rua da Unidade, onde a vítima foi um guarda de um estabelecimento comercial. Um outro furto aconteceu na Avenida Eduardo Mondlane, nas proximidades do Cine Moçambique, onde o proprietário de um estabelecimento comercial foi igualmente morto.

Corroborando as declarações de Nacute, Óscar Mussa reconheceu que estava privado de liberdade por apoderar-se, ilicitamente, de bens alheios, tais como dinheiro. Ele disse que está no mundo do crime há dois anos e recorda ter já tirado a vida de sete pessoas. Durante as operações, o grupo usava máscaras e, por vezes, gorros.

A Polícia recuperou das mãos da quadrilha de Óscar duas armas de fogo, das quais uma supostamente obtida em Maputo, por intermédio de um comparsa, e uma viatura.

As incursões criminais estendiam-se a lugares tais como as cidades de Nacala-a-Velha, Nacala-Porto e vila de Namialo.

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