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Polícia apreende traficantes de obras de arte em marfim

Quatro moçambicanos foram detidos na capital do país, Maputo, na posse de quatro caixas contendo obras de arte feitas de marfim. As autoridades presumem que o marfim utilizado no fabrico destas obras seja produto da caça furtiva.

O facto vem contido no informe do Comando Geral da Polícia moçambicana (PRM) sobre a situação criminal no país, durante o período compreendido entre os dias 1 (um) e 13 de Abril corrente.

Desde a abolição do comércio de marfim no mundo, em 1989, a venda de produtos feitos a partir deste tipo de troféus é ilegal. O banimento do comércio do marfim surgiu depois de se ter verificado que o abate ilegal de elefantes estava a crescer e que punha em risco a existência desta espécie. Apesar da venda de pontas de marfim ser ilegal, os elefantes continuam a ser alvo da acção dos caçadores furtivos.

No ano passado, cerca de uma centena de elefantes foram abatidos nas zonas de conservação nacionais, com maior destaque para Quirimbas e Niassa. A persistência dos caçadores furtivos, que não poupam esforços para lograr os seus intentos, chegando ate a utilizar minas anti – pessoais para abater os paquidermes, deriva do facto do marfim ter elevado valor comercial no mercado negro.

As autoridades moçambicanas abortaram, nos últimos anos, várias tentativas de contrabando de enormes quantidades de pontas de marfim.

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