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Polícia apreende ossadas humanas abandonadas num “chapa” em Tete

Um condutor de um transporte semi-colectivo de passageiros e o seu cobrador encontram-se presos, desde quarta-feira (08), na província de Tete, acusados de envolvimento no tráfico de ossadas humanas, aparentemente de um albino.

À Polícia, eles alegaram que as ossadas, cuja proveniência é ainda desconhecida, pertencem a dois indivíduos que apanharam o seu “chapa” mas abandonaram-nas quando chegaram num posto de controlo.

A viatura, tomada pelos indivíduos supostamente foragidos no povoado de Chiandame, fazia o sentido Angónia-cidade de Tete.

“Quando eles entraram no carro sentimos um cheiro repulsivo depois de percorrermos uma certa distância. Perguntámos o que é estava” a exalar tal mau cheiro e a resposta foi que se trata de rouba molhada e peixe seco. “Continuámos a vigem até ao posto policial mas ficámos detidos porque os donos das ossadas fugiram”, contou o motorista.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) naquele ponto do país disse tratar-se de ossadas de uma pessoa albina e acredita que o motorista e o cobrador conhecem origem e sabem qual era o destino das mesmas.

Os visados defenderam-se argumentando que os malfeitores em causa levaram a pata na zona de Água-Boa. Os outros passageiros que se encontravam no “chapa” também aperceberam-se da situação.

Enquanto isso, uma criança de sete anos de idade, do sexo masculino, albina foi raptado no distrito de N’gauma, província de Niassa, por pessoas até aqui desconhecidas.

O sequestro aconteceu quando os pais da vítima estavam a dormir e os supostos bandidos entraram na casa à forca.

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