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Plano de Obama para derrotar rebeldes do LRA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, traçou um plano para desarmar uma das mais temidas milícias rebeldes de África, o Exército de Resistência do Senhor, do Uganda, LRA.

 

 

O plano pretende acabar com a sangrenta espiral na África Central removendo o seu líder, Joseph Koni. Os rebeldes do LRA serão igualmente encorajados a desertar ou a deporem as suas armas.

O Uganda, aliados dos Estados Unidos, não tem conseguido nos últimos 20 anos derrotar o LRA, uma milícia rebelde conhecida por raptar crianças que depois usa como soldados e escravas sexuais.

Os líderes do LRA inicialmente apregoavam que lutavam para instalar uma teocracia no Uganda baseada nos 10 mandamentos da Bíblia. Mas agora eles vagueiam por várias partes do Sudão e da República Centro Africana, assim como da República Democrática do Congo.

Os Estados Unidos forneceram no passado, apoio logístico e de informação classificada aos exércitos do Uganda, do Sul do Sudão e da RDC. Mas o seu esforço concertado em Dezembro de 2008 para matar os líderes do LRA fracassou e o grupo dispersou-se atacando igrejas e aldeias na República Democrática do Congo, nesse ano.

‘Passo significativo’ O Presidente Obama apresentou o seu plano estratégico de quatro pontos para o desarmamento dos rebeldes ao Congresso dos EUA numa carta aos senadores e parlamentares.

Ele respondia assim à legislação americana aprovada em Maio prometendo uma estratégia abrangente visando pôr termo às matanças, violações e mutilações perpetradas pelo LRA.

A carta de Obama diz que a estratégia prevê:

– Proteger os civis

– Capturar ou remover Joseph Kony e os seus comandantes do campo de batalha

– Promover a desmobilização ou desarmamento dos soldados do LRA

– Aumentar a assistência humanitária a pessoas em áreas afectadas pelo LRA

O presidente americano disse ainda que iria fornecer um calendário para a coordenação dos esforços dos Estados Unidos.

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