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Peritos apelam destruicao de produtos nocivos

Estudos realizados em muitos países africanos concluíram que as consequências económicas causadas por contaminação de micotoxinas no homem ou nos animais são profundas. Por isso, os referidos estudos recomendam a destruição dos produtos com alto teor de micotoxinas.

De acordo com Joseph Atehukeng, pesquisador nigeriano ao serviço do IITA, vários países já impuseram limites máximos admissíveis para micotoxinas, como forma de proteger a saúde dos consumidores. A fonte que, no passado dia 6 deste mês, apresentou uma comunicação sobre o tema no Laboratório Biomolecular da Universidade Lúrio, disse que a situação cria, também, algumas restrições na importação ou exportação de produtos alimentares.

Na ocasião, o perito referiu que os custos de análises de produtos contaminados também são muito caros, tornando assim mais difícil e dispendioso o processo da destoxificação dos alimentos contaminados por micotoxinas, sendo, por isso necessário a tomada de medidas preventivas. Estas medidas, segundo a fonte, devem passar pela implementação de um sistema de gestão integrado de qualidade que se baseie em boas práticas de pré e pós-colheita.

Os pesquisadores recomendam, igualmente, o melhoramento das práticas agrícolas, como a selecção de híbridos resistentes, prática de boas técnicas de colheita e secagem, controlo das condições de transporte, armazenamento, embalagem e conservação dos produtos.

As micotoxinas são metabólicos secundários tóxicos para a saúde humana e dos animais, produzidos por fungos, numa ampla variedade de géneros agrícolas, na pré e na póscolheita. Estes metabólicos, também, podem ser encontrados no leite, em carnes e miúdos de animais que consomem alimentos contaminados em produtos alimentares mais elaborados.

Não existem informações científicas até aqui divulgadas que assegurem a contaminação do ovo das aves por micotoxinas. Concluiu Joseph Atehukeng.

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