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PDD clama pela igualdade de direitos e oportunidades

O Partido para a Paz, Democracia e Desenvolvimento (PDD), liderado por Raul Domingos, clama por um espaço isento de actos de sabotagem e violência, onde reina a igualdade de direitos e oportunidades para poder realizar a sua actividade de “caça” ao voto, numa ambiente de paz e justiça. Antonio Mairosse, presidente da comissão politica do PDD a nível da província central de Manica, disse que a democracia em Moçambique esta ameaçado, apontando a Frelimo de lhe vedar espaço de trabalho para a realizacao plena da sua campanha eleitoral em vários distritos desta parcela do pais.

Mesmo assim e destacando que a campanha do seu partido esta a decorrer satisfatoriamente, Mairosse apontou como sendo única mancha o facto de se ter registado actos de sabotagem ao trabalho do PDD nos distritos de Sussundenga, Macossa, protagonizados por indivíduos que alegou serem da Frelimo, partido no poder. Dos actos consta a remoção do material eleitoral e dos símbolos do PDD, para alem dae ameaças aos membros do seu partido em plena actividade de “caça” ao voto.

Mairosse disse, sem apontar nomes, que o PDD e o seu líder, Raul Domingos, estão a ser discriminados, quando chega o momento comemorativo do 4 de Outubro, Dia da Paz, tomando em conta que o presidente desta organizacao politica foi um dos negociadores chefe que ajudou a trazer a paz para Moçambique.

“Hoje so se fala de Guebuza como negociador chefe para o alcance da paz em Roma e não dos outros porque?”, questionou, destacando que 17 anos depois não se pode continuar a falar sempre de guerra de desestabilização porque isso desvirtua o sentido do Acordo Geral de Paz, assinado em Roma em 1992. Segundo Mairosse, a mensagem, de “Justica, Igualdade de Direitos e Oportunidades”, que o PDD tem estado a transmitir, desde o primeiro dia da campanha eleitoral, esta a ser bem acolhida no seio do eleitorado, mas e’ importante que “transformemos a campanha eleitoral num verdadeiro momento de festa para a família moçambicana”.

“Chega de guerras. Nos queremos um dirigente humanista que quando há derramamento de sangue sente”, disse, citando o antigo chefe do Estado moçambicano, Joaquim Chissano, como exemplo disso. Mairosse apelou a todos os seus adversários políticos e a sociedade em geral para privilegiar o que chamou de “guerra de palavras” (dialogo) e não a violência. Para o pleito eleitoral de 28 de Outubro próximo, o PDD concorre apenas para as legislativas.

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