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Partido no poder acusa oposição de premeditar destituição do Presidente da África do Sul

O secretário-geral do Congresso Nacional Africano (ANC, no poder), Gwede Mantashe, declarou que o apelo para a destituição de Jacob Zuma (chefe de Estado) é uma decisão premeditada pelos partidos da oposição.

Durante uma conferência de imprensa em Joanesburgo (capital económica do país), Mantashe sublinhou no entanto que o partido aconselhará ao Presidente Zuma a responder, se for o caso, às perguntas relativas ao relatório sobre as controversas remodelações da residência privada deste último.

Segundo este documento de 450 páginas, elaborado pela Procuradoria da República, o Presidente Zuma gastou 20 milhões de dólares americanos, dinheiro do contribuinte, para a sua casa pessoal, na localidade de Nkandla.

Foram dadas duas semanas ao Presidente Zuma para responder ao relatório que descreve as renovações da sua residência como “uma opulência à grande escala”.

Prosseguindo, o secretário-geral do ANC frisou que Zuma responderá a qualquer pergunta sobre esta matéria e que o partido não tenciona apoucar a validade do relatório.

No mesmo contexto, o ministro da Justiça, Jeff Radebe, declarou que uma unidade especial de investigação está a examinar o caso a fim de “registar eventuais personalidades, quer do setor público quer do privado, implicadas neste escândalo financeiro. Indicou que os ministérios da Função Pública, da Polícia e da Defesa também participam neste inquérito.

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