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Paiol: Dois anos depois da dor… ainda há sequelas profundas

O tempo é o maior mestre para esbater os sentimentos. Mas há feridas que o próprio tempo nunca vai curar, como as que ainda hoje se podem sentir no corpo e na alma daqueles que, no dia 22 de Março de 2007, na cidade de Maputo, foram vergastados profundamente por estilhaços de armas conhecidas e outras não conhecidas. Esses artefactos eram expelidos do paiol, localizado em Malhazine, arredores da capital, que explodia de forma devastadora, destruindo, ferindo e matando. Dois anos depois, ainda se podem ver e sentir as marcas do fogo. A nossa Reportagem esteve – na semana passada – em alguns dos lugares atingidos pelas explosões e o que constatámos é que há um misto de satisfação, traumatismo, conformismo e desespero.

Continua…

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