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Oposição aponta incongruências no orçamento rectificativo

A oposição na Assembleia da República votou contra a proposta de orçamento rectificativo apresentada pelo Governo. O documento foi aprovado graças à maioria parlamentar mais do que absoluta – qualificada – da bancada da Frelimo.

Segundo o Canalmoz o partido Frelimo não vê problemas no orçamento e não questiona os mecanismos de implementação da “cesta básica”. Já a oposição votou contra por entender que os mecanismos da “cesta básica” ainda não estão claros.

A bancada parlamentar da Renamo na pessoa do deputado Samo Gudo disse que os quinze dias que o Governo atribui para recenseamento dos beneficiários não é suficiente para o processo que por si se revela complexo. A Renamo diz igualmente que a “cesta básica”, pelos seus critérios na verdade será suportada pelo cidadão, porque enquanto os preços não se alterarem o Governo continuará sem intervir. Por outras palavras, o que o custo da “cesta básica” calculado em 840,00 MT não será reembolsado. Para ter essa possibilidade, caso venha a ser necessário, o cidadão vai ter de se abastecer apenas nas lojas aprovadas pelo Governo.

O MDM por seu turno na voz do deputado, Agostinho Ussore, votou contra o orçamento rectificativo alegadamente porque apresenta na óptica deste partido um acréscimo à verba destinada a Presidência da República e atribui um valor de 949 milhões de meticais ao Gabinete do Provedor da Justiça, órgão que ainda nem sequer existe.

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