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Obras inacabadas, usadas como esconderijos de malfeitores em Malhapswene

Obras inacabadas

As obras inacabadas que se podem contemplar nos diversos bairros em expansão, dos municípios de Maputo e Matola, no sul de Moçambique, tem servido de esconderijo de malfeitores, o que se torna num perigo na vida das comunidades. Obras desse género, estão a preocupar os moradores do bairro de Malhapswene, que vezes sem conta, tem encontrado pessoas assassinadas nestes locais.

Trata-se de algumas obras inacabadas, que segundo moradores do quarteirão 6, do bairro de Malhapswene, tem sido autênticos esconderijos de malfeitores, que na calada da noite ameaçam a segurança e tranquilidade públicas dos residentes daquele bairro do município da Matola.

Segundo o chefe do quarteirão 6, Moisés Manjate, foi encontrado, há duas semanas, um corpo de um jovem que devido ao avançado estado de putrefação, não se podia apurar a sua identidade. Conta que o caso foi apresentado a polícia e até esta altura, ainda não se apurou as verdadeiras causas do sucedido.

Para além dos assassinatos, as casas também tem servido de prostíbulos. Manjate conta que em quase todas as obras inacabadas e desabitadas, pode-se encontrar preservativos já usados. “É normal encontrar preservativos usados, todas a manhas, no interior das casas”, lamentou Manjate.

A fonte acrescentou que, a transformação das casas em prostíbulos, nota-se mais aos fins de semana, o que o leva a suspeitar que as pessoas recorrem a estas, depois de consumir bebidas alcoólicas.

Mediante o cenário, o chefe daquela parcela do bairro de Malhapswene, exorta todos os que tiverem casas inacabadas e desabitadas, no quarteirão que dirige, a tomar medidas com vista a salvaguardar o bem-estar da comunidade.

Manjate vai mais longe afirmando que caso os proprietários das casas inacabadas e desabitadas nao tomem medidas para reverter o cenario, a administração do bairro poderá solicitar a intervenção da edilidade da Matola.

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